quarta-feira, 7 de abril de 2010

CALÃO INUNDA PORTAL DA GLOBO















Veja o link mais de perto:
http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL1557862-5606,00-CHOVE-PARA-CARALHO-NO-RIO-DE-JANEIRO.html

ATUALIZAÇÃO - 16:30h
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CLOAQUEIRO CAI COMO PATINHO NO CONTO DO BUG
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Como se pode observar na área de comentários desta postagem, o titular deste blog viveu seu momento Noblat, visto que o sistema de publicação do portal G1 (o mesmo do Terra, por exemplo) permite que parte da URL seja editada sem comprometer o destino. Vamos deixar a postagem como está e pagar esse mico. No entanto, para que você não perca a viagem, clique aqui e rememore outro episódio envolvendo o mesmo portal, em que se evidencia o enorme apreço dispensado pelo G1 à nossa língua-mãe.

18 comentários:

René Amaral disse...

É lama e esgoto saindo da boca GROBAL

Paulo disse...

Vixi! hehe

OLCampos disse...

Isso é um bug do html do G1, se reescrevermos uma parte dele, não altera o link, por exemplo, cliquem em http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL1557862-5606,00-A-CHUVA-TA-FODENDO-O-RIO-DE-JANEIRO.html que o link será direcionado para a mesma notícia.

Joaquim disse...

Seu Cloaca sou fã do blog.Aceitaria até carteirinha,mas, tira este post com endereço "bugado" daí e que provavelmente chegou já pronto,mas, credibilidade é uma ferramenta muito cara e não se pode confundir com sarcasmo,ironia,deboche,pilheria.... Abraço.

alê m. disse...

fiquei até chateado com esse post. foi típico daqueles que vc tanto critica.

globo.com usa, por enquanto, um sistema de publicação (o mesmo do terra, por exemplo) que permite que parte da URL seja editada sem comprometer o destino. isso se justifica por uma melhor indexação da página (urls amigáveis).

assim, http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL1557862-5606,00-CHOVE-PARA-CARALHO-NO-RIO-DE-JANEIRO.html

é a mesma coisa que
http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL1557862-5606,00-BARRIGADA-DO-COACLA.html

tb funciona fora da globo.com
http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4367987-EI306,00-chove-pra-caralho-no-rio.html

enfim, bola fora. muito fora!

Paulo Reis disse...

Na boa não consigo mais assitir TV, me sinto uma ilha rodeada de tanta mediocridade: Gugu, BBB, JN, Luciano Hulk, RBS e seus babacas de plantão Lasiers e Paulos Santanas da vida... Sem contar os nanicos tipo Guaiba, Pampa, Band, me descuplpe o desabafo mais tanta merda e manipulação das mentes dos incautos, que é impossível crer que essa gente não consegue se dar conta de todo esse engodo, ou é burrice ou o tal do individulismo liberal de mercado. Sinceramente não sei. Com a palavra sociólogos e antropólogos...

Edelmar disse...

Paulo, eu não assisto TV já faz uns 4 anos, não faz nenhuma falta.

ALEX disse...

PARA O CHARLATÃO DO ZERO HORA:

07/04/2010 - 15:59
O MST e a ocupação de terras

Por João Pedro Stedile

MENSAGEM DE JOÃO PEDRO STEDILE A LUIS NASSIF

Estimado Luis Nassif,

tenho lido com alguma frequência seus artigos e cumprimento por sua clareza, determinação e coragem. Vi um comentário recente (em http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2010/03/28/sobre-manifestacoes-e-estrategias-politicas/ ), que faz referência a declarações que eu teria dado ao Zero Hora, de Porto Alegre, fazendo uma suposta autocrítica sobre as ocupações de terra.

Infelizmente, o jornalista charlatão me fez uma longa entrevista de mais de uma hora, e depois editou de acordo com os interesses de seus patrões. Mas gostaria de esclarecer o sentido das minhas respostas para você e seus leitores.

No atual período histórico, disse e reafirmo, não está mais em disputa apenas os interesses dos pobres sem-terra e dos latifundiários, que se apropriaram de grandes extensões de terras públicas mantidas ociosas como reserva de valor.

Estamos num novo período histórico, determinado pelo avanço do capitalismo internacional e financeiro sobre a agricultura brasileira, que leva a uma disputa entre dois projetos socioeconômicos para organizar a produção agrícola.

De um lado, os latifundiários “modernizados” (em geral, propriedades acima de 500 hectares), que construíram uma aliança com as empresas transnacionais, fornecedoras de insumos, sementes e compradoras da produção. Dessa forma, impõem o preço e controlam o mercado externo, a quem se destinam as chamadas commodities.

Esse modelo se chama de agronegócio, que se caracteriza pela necessidade de concentrar a propriedade da terra para aumentar cada vez mais a sua escala.

Expulsa o povo do interior para as grandes cidades, porque não oferece oportunidades de trabalho suficientes aos trabalhadores rurais.

É agressor do ambiente, pois o monocultivo destrói todas as outras formas de vida vegetal e animal, e só consegue produzir com elevado uso de venenos agrícolas. Daí porque o Brasil se transformou no maior consumidor mundial de agrotóxicos do mundo – que são, aliás, produzidos por empresas transnacionais.

Do outro lado, temos a agricultura familiar, que prioriza o mercado interno, com a produção de alimentos sadios, por meio de práticas agrícolas em equilíbrio com a natureza, com agricultura diversificada e que demanda muita mão-de-obra.

No outro ciclo histórico, a ocupação de terras era a principal forma de luta. Era suficiente para enfrentar o latifúndio e abrir um processo de democratização da propriedade da terra. E foi com essa prática que o MST nasceu.

Agora a ocupação de terras é insuficiente para enfrentar o modelo do agronegócio. Por isso, além das ocupações, o MST deve desenvolver novas formas de luta, que envolvam todos os camponeses e outros setores da sociedade interessados em mudar esse modelo de exploração agrícola, que agride o ambiente e produz alimentos contaminados.

Ou seja, nas regiões do país em que ainda existem muitos latifúndios improdutivos e trabalhadores sem-terra, certamente a ocupação continuará sendo a principal forma de luta – que vem acontecendo, inclusive, independente da existência do MST -, implementada por diversos movimentos sociais ou como reação à pobreza de comunidades rurais.

No geral, além das ocupações, devemos desenvolver novas formas de luta, para conscientizar a sociedade das perversidades do agronegócio e suas conseqüências para o nosso povo e para toda a sociedade.

Certo de sua atenção, receba um forte abraço

Anônimo disse...

Meca gay? Não, foi só um peidinho de gato.

alexandre disse...

Eta!! não esquenta seu cloaca. todo mundo tem o seu momento Noblat.

marise disse...

Acontece até com o senhor!
Abçs,
Branca.

Anônimo disse...

Isso é gozação, não é não!

O que é isso???????


kkkkkkkkkkkkkkkkkk

Anônimo disse...

seu cloaca, pode crer que essa roubada foi plantada por algum filho da mae da Globo

Renato disse...

Então cloaqueiro não vai falar sobre o caso da ameaça perpretada por um estrupicio la do Paraná um tal de Zeca que ameaçou e achincalhou no ar um estudante de jornalista?

Anônimo disse...

Realmente uma bela cagada!

Anônimo disse...

Eu também cai nesse bug, na segunda feira he he he

Rafael disse...

Estava em momento de reflexão e pensei:De certa forma a campanha á presidência de Serra, funciona, São Pedro acha que ele já se elegeu, e o resto do país já ta começando a alagar...

Anônimo disse...

O presidente Lula negou que o governo tenha favorecido a Bahia em detrimento do Rio porém o TCU comprova: Bahia recebeu 50% de repasses p/ prevenção de catátrofes e o Rio apenas 1%. E agora. Como negar?
Os cariocas morrem nas enchentes por conta de acordos politiqueiros deste governo desavergonhado.