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terça-feira, 19 de novembro de 2013

ZERO HORA LEVA O OSCAR DA EMPULHAÇÃO

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O pobre diabo do leitor que abriu a edição do último domingo, 17, do tabloide Zero Hora, deparou-se, logo à página 2, com um texto laudatício, repleto de confetes panegíricos atirados sobre a própria cabeça, assinado pela “Diretora de Redação” da gazetinha, Marta Gleich. No opúsculo, a autora exultava pela conquista do Prêmio Esso de Jornalismo deste ano, obtido pela publicação da reportagem “Os Arquivos Secretos do Coronel do DOI-Codi”. Para a Sra. Gleich, o galardão é “o Pulitzer brasileiro, o Oscar, o Grammy para quem trabalha com reportagens”. Em seu regozijo, porém, ela tascou: “Nunca um veículo do Rio Grande do Sul havia recebido essa distinção”. Tão real quanto um certo caderninho escolar encontrado em um latão de lixo no estacionamento do Incra – aquele que revelou as “estratégias do MST”-, a frase revela a completa desconexão do jornalixo da RBS com a realidade da vida.

Pois, em 2004, um “insignificante” jornalzinho de bairro de Porto Alegre, o “”, faturou o cobiçado Prêmio Esso, com a reportagem "A tragédia de Felipe Klein", de Renan Antunes de Oliveira (para quem não sabe, o é dirigido por Elmar Bones, um dos criadores do finado e saudoso Coojornal). Naquela ocasião, por sinal, a reação dos luminares das corporações mafiomidiáticas à escolha de Renan não foi das mais cordiais.

Uma vez restabelecida a verdade, este Cloaca News aproveita o ensejo para cumprimentar os bravos profissionais do tabloide da RBS, particularmente o repórter Humberto Trezzi, pertinaz fuçador de dejetos e contumaz plagiador.

Para ler o espetacular texto de Renan Antunes, publicado no JÁ, clique aqui.


terça-feira, 16 de julho de 2013

PASSE LIVRE EM PORTO ALEGRE - ZERO HORA LEVA JORNALISMO AO FUNDO DO POÇO




O tabloide gaúcho Zero Hora, braço impresso da organização mafiomidiática RBS, conseguiu superar seu próprio recorde de sabujismo e de sem-vergonhice jornalística, além de prestar um grandioso desserviço à população. 

Na noite desta segunda-feira, 15, em sua edição digital, o jornalixo apresentou trechos de uma entrevista feita com o prefeito de Porto Alegre, o lenhador José Fortunati, a propósito da ocupação da Câmara Municipal por integrantes do Bloco de Luta pelo Transporte Público. De joelhos dobrados, a repórter escalada para a tarefa faz a primeira pergunta, levantando a bola para o chefe do Executivo dizer o que já havia combinado com o editor, no caso, que o "prefeito descarta passe livre em Porto Alegre".

"Zero Hora — Há possibilidade de instituir o passe livre para estudantes e desempregados em Porto Alegre?"

A resposta, seca como um Merlot 2005 do Vale dos Vinhedos, trouxe uma revelação extraordinária.

"José Fortunati — Não. Em Porto Alegre nós já temos passe livre para os alunos das escolas municipais e estaduais. As pessoas não sabem disto, mas já existe."

Uau!!! O maior prefeito que a capital gaúcha já teve (1,98m) acabara de dizer que, em Porto Alegre, já existe o passe livre para os estudantes, mas que o povo dormita na ignorância do fato. Quer dizer, então, que aquele pessoal todo acampado no plenário da Câmara Municipal há dias, sem tomar banho e se alimentando de marmitex, está fazendo papel de trouxa? Ei, otários, desocupem imediatamente a Casa do Povo! Vocês estão muito mal assessorados. Não ouviram o prefeito dizer que já existe passe livre em Porto Alegre? Como é que vocês, estudantes profissionais, não sabiam disso? 

A questão é que, segundo o próprio Fortunati, "as pessoas não sabem disso". Mais curioso ainda é que a repórter, genuflexa, seguiu em frente, sem questionar o alcaide sobre a "existência" súbita de espampanante benefício. Como diria o grande humanista contemporâneo Boris Casoy, até mesmo o mais humilde gari, do alto de sua vassoura, teria replicado ao Grande Homem Público que raio de passe livre é esse!!! "Como é que nóis faiz pra usufruir desse direito, senhor doutor prefeito?", quereria saber qualquer porto-alegrense. Qualquer um, exceto Zero Hora e seu jornalismo-cidadão, preocupado mesmo é com a saúde financeira e com o lucro gordo das empresas de ônibus - permissionárias de serviço público, convém não esquecer. 

Mais adiante, já lambendo os sapatos número 45 do Magrão, a moça pergunta se ele, prefeito de Porto Alegre, já estava ciente de que, no final da tarde, uma juíza havia determinado a suspensão da ação de reintegração de posse na Câmara Municipal. "Não vi. Mas está bem", disse ele, revelando, por tabela, seu grau de interesse pelos assuntos da cidade que governa. 

Abaixo, copiamos o texto da histórica entrevista, considerando que ZH tem o saudável hábito de fazer sumir os links de suas reporcagens antológicas. 

Prefeito José Fortunati descarta passe livre em Porto Alegre
Chefe do Executivo disse município já fez tudo que podia com relação à redução da passagem

Letícia Costa
leticia.costa@zerohora.com.br

Em entrevista ao jornal Zero Hora, na noite desta segunda-feira, o prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, alegou que o município já fez tudo que podia com relação à redução da passagem do transporte coletivo. Mesmo com a pressão popular, com a ocupação do plenário da Câmara de Vereadores [sic] desde quarta-feira, ele alega que não há possibilidade de instituir atualmente o passe livre para estudantes e desempregados. Apostando na licitação que deve ser aberta no final do ano para uma mudança na qualidade e preços do transporte coletivo, Fortunati diz que o orçamento já está sendo prejudicado pela isenção do ISSQN que reduziu a passagem de ônibus para R$ 2,80 no começo do mês. Confira alguns trechos da entrevista:
Zero Hora — Há possibilidade de instituir o passe livre para estudantes e desempregados em Porto Alegre?
José Fortunati — Não. Em Porto Alegre nós já temos passe livre para os alunos das escolas municipais e estaduais. As pessoas não sabem disto, mas já existe.
ZH — E por que não se pode estender para desempregados?
Fortunati — Em primeiro lugar, porque é muito difícil estar acompanhando quem está desempregado ou não. Obviamente alguém tem de pagar a conta. A verba poderia vir via verba federal, pegar um recurso do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Precisa ser um política nacional.
ZH — A proposta dos manifestantes é de que as próprias empresas cubram o valor das passagens gratuitas, sem envolver governos. Isto é viável?
Fortunati — Claro que não. Vamos fazer uma licitação do transporte coletivo no final do ano e uma das condições é por menor preço. Neste momento não tem como mudar pura e simplesmente a planilha, até porque é pública. Vamos preparar a licitação e, a partir dela, quem oferecer as melhores condições vai vencer. Se algum empresário oferecer passe livre para desempregado, isso vai contar. Se algum oferecer passe livre para estudantes como vantagem vai constar como ponto positivo.
ZH — A pressão popular pode ajudar a prefeitura a avaliar uma possível mudança?
Fortunati — Não tem mais como. Já abri mão do ISS, de R$ 15 milhões que está fazendo falta no Orçamento Participativo. O que o município podia fazer, fez. O próximo passo agora é licitação do transporte coletivo.
ZH — De que forma você está se envolvendo com a ocupação da Câmara de Vereadores [sic] por manifestantes?
Fortunati — É um poder independente, só prestei minha total solidariedade, porque acho que é muito perigoso nós assistirmos ao Poder Legislativo sendo cerceado e a uma decisão judicial não sendo cumprida. São dois poderes para mim que foram afrontados.
ZH — Acha que deve ocorrer a intervenção da Brigada Militar?
Fortunati — Isso é outro poder, não é comigo.
ZH — O senhor viu que no começo da noite a Justiça desistiu da reintegração de posse?
Fortunati — Não vi. Mas está bem. Respeito as decisões judiciais. Acho que quando começamos a desrespeitar e rasgar decisões judiciais e afrontar o Legislativo, não permitindo que trabalhe normalmente, é muito perigoso. Esta história começa desta forma e termina de forma autoritária, isso me preocupa.

sexta-feira, 1 de março de 2013

TABLOIDE DA RBS ABAFA EPIDEMIA DE DENGUE EM PORTO ALEGRE PARA BLINDAR PREFEITO


Ilustração: Depto. de Ontomologia da RBS


Diferentemente da postura adotada nos primeiros meses de 2008, quando entrou de cabeça na campanha criminosa desencadeada por uma colunista cheirosa da Folha de S.Paulo, o tabloide Zero Hora está empenhado, agora, em transformar o surto de dengue que assola a capital gaúcha em notícia de rodapé, como se fosse coisa de menor importância.
  
A despeito da divulgação do alarmante índice de infestação do mosquito transmissor em Porto Alegre (4,6%), apontado pelo Levantamento de Índice Rápido de Aedes Aegypti  -  que supera em 300% o aceitável pelo Ministério da Saúde (1%) - , a gazetinha da RBS destinou à notícia um miserável espaço no cantinho da página 46, sem direito, sequer, a uma chamadinha na capa. Repare bem: esconderam a informação na seção "Região Metropolitana", como se Porto Alegre fosse uma cidadezinha pertencente à Grande Cachoerinha...
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Explica-se.  Em 2008, o mosquito era federal, e a responsabilidade era do governo de Luís Inácio Lula da Silva. Valia tudo, inclusive provocar pânico na população, com manchetes escandalosas e infográficos amedrontadores.

Agora, em 2013, o inseto está na jurisdição do município, e o prefeito da cidade chama-se José Fortunati, amiguinho e parceiro do conglomerado mafiomidiático da Famiglia Sirotsky.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

PREFEITURA DE PORTO ALEGRE PRIVATIZA ESPAÇO AÉREO PARA BENEFICIAR DONOS DO GRUPO RBS - OBRA FERIU OPERÁRIO E DESTRUIU REDE ELÉTRICA

O mundo maravilhoso dos Sirotsky


Vida real: sai de baixo!

Não bastasse a entrega do Paço Municipal e do Largo Glênio Peres - dois ícones da paisagem porto-alegrense - ao controle de uma multinacional de refrigerantes, a Prefeitura de Porto Alegre, sob o comando de José Fortunati (e de seu antecessor José Fogaça), deu, de mão beijada, o comando do espaço aéreo da capital gaúcha para uma das empresas dos mesmos proprietários do Grupo RBS, no caso, a Maiojama Empreendimentos Imobiliários, braço de concreto do conglomerado da Famiglia Sirotsky (cujo capo é réu na Justiça Federal, acusado pelo MP de crime contra o Sistema Financeiro Nacional). Para quem não sabe, o nome Maiojama é a sonora mistura dos nomes de MAurício; IOne, mulher de Maurício; JAyme; e MArlene, mulher de Jayme, todos Sirotsky.

Desde o dia 4 de novembro de 2012, quem passa pela Avenida Praia de Belas, na altura do shopping center homônimo, fica estarrecido com a horrenda e ameaçadora passarela suspensa sobre a via, ligando o 3º piso do tradicional centro comercial ao 6º pavimento de um prédio-garagem que está em construção na margem direita da avenida, no sentido bairro-centro. A instalação cruza sobre a cabeça dos transeuntes a 14,40 metros de altura, em uma extensão de 62 metros. Na verdade, o edifício-garagem (uma aberração arquitetônica com 10 andares) é parte de um complexo "empresarial" que abrigará escritórios e vagas para 1800 carros. Trata-se de mais um empreendimento da Maiojama, que gaba-se por aí de seu portento, "a maior passarela metálica com vão livre da região Sul do Brasil". 

Como sói acontecer em intervenções urbanas de tamanha magnitude, o poder municipal "exigiu" uma contrapartida dos empreendedores: em troca do espaço público - a parte aérea da Avenida Praia de Belas -, a Prefeitura de Porto Alegre cobrou dos construtores, à guisa de "medida compensatória" para a cidade, o "plantio de 37 mudas", sabe-se lá de quê. Verdadeira exorbitância, convenhamos.
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Placa na obra: tudo nos conformes

Não contente, contudo, em adonar-se do céu porto-alegrense, a empreiteira arrogou-se, também, o direito de decidir quem pode e quem não pode transitar pela quadra que vai da Rua Marcílio Dias à Rua Múcio Teixeira, no bairro Menino Deus, território da obra. Durante os três meses em que dois gigantescos guindastes içavam as pesadíssimas peças de concreto pré-moldado, para montar o lego macabro dos Sirotsky, peões eram escalados para bloquear o tráfego naquela via, transtornando a vida de moradores do bairro e de motoristas em geral. 
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Proibido atrapalhar a obra dos patrões do Lasier Martins


Ninguém pode passar. Nem a Prefeitura, para coletar o lixo

A prerrogativa legal de fiscalizar, orientar e controlar o trânsito nas ruas da capital gaúcha é da EPTC (Empresa Pública de Transporte e Circulação), uma autarquia municipal. No entanto, os "azuizinhos", como são chamados os agentes da EPTC, jamais deram as caras por ali. Exceto na tarde desta terça-feira, 26.

A quase-tragédia que ZERO HORA abafou

Eram pouco mais de 14h30 desta terça-feira quando uma enorme grua, com cerca de 25 metros de "altura", entornou sobre a Rua Marcílio Dias, arrebentando a cerca de ferro do Tribunal Regional do Trabalho e derrubando um poste, carregando consigo toda a fiação elétrica e telefônica. O equipamento estava sendo utilizado na obra do edifício-garagem da Maiojama/RBS e, ao tombar, feriu gravemente o trabalhador que o operava. Além disso, todo o bairro ficou sem energia elétrica, telefone, internet e TV a cabo. 
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Operário caiu sobre as grades do TRT

Ah, vira, virou!

Faltou luz? A culpa é do Tarso!  


Ao noticiar o acidente em sua edição online, o tabloide Zero Hora superou-se em matéria de desfaçatez, omitindo que o fato ocorrera em uma obra da Maiojama (vamos relevar a ignorância dos redatores, que revelaram desconhecer a diferença entre um guindaste e uma grua). Como se fosse pouco, a gazetinha digital dos Sirotsky, tratou logo de transferir para a CEEE (Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica) o ônus pela falta de luz. 
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Maiojama? Não conheço!


















Não é a primeira vez que o conglomerado mafiomidiático dos Sirotsky faz lucrativos negócios com o grupo político que ocupa a Prefeitura de Porto Alegre. Em setembro de 2007, o prefeito José Fogaça, que tempos depois abdicou para a posse de Fortunati, entregou, de graça, as instalações da Usina do Gasômetro (edifício símbolo da cidade) para uma "exposição comemorativa" dos 50 anos do Grupo RBS. Durante quase três meses, os cidadãos de Porto Alegre foram privados de seu mais importante centro cultural, ocupado que fora pela festinha de aniversário dos Al Capones da Notícia

Agora, com o tétrico monstrengo de aço atravessado na Av. Praia de Belas, a população de Porto Alegre é vítima de mais um vergonhoso esbulho. O pior é que, se cair - e não temos qualquer garantia de que o trambolho é seguro - , já sabemos qual será a manchete de Zero Hora: "Com parafusos frouxos, passarela desaba sobre avenida - Petista foi visto no local com uma chave de fenda na mão."

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

ZERO HORA É O ABRE-ALAS NO BLOCO DOS ANALFABETOS

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O Carnaval 2013 começou bem. O estelar elenco de redatores e editores do tabloidezinho da RBS já botou sua escola na avenida. 

sexta-feira, 16 de março de 2012

IMPRENSA GOLPISTA FAZ OPERAÇÃO CASADA EM SACOS DE LIXO




















A propósito da postagem A tiragem turbinada de Veja, assinada pelo Prof. DiAfonso e publicada no Blog do Nassif, registramos o flagrante enviado pelo nosso leitor Luiz Antonio Ferreira, capturado na “livraria de auto-ajuda” do Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. 
Cena semelhante também foi registrada em São Paulo, pelas lentes do Wadilson Oliveira. Clique aqui para ver.

quinta-feira, 15 de março de 2012

COLUNISTA ANALFABETA DE ZERO HORA TRIPUDIA SOBRE ERRO NO DIÁRIO OFICIAL


Editora de “Política” e colunista do tabloide venal Zero Hora, do Grupo RBS, Rosane de Oliveira não perde a oportunidade de espicaçar os governos do PT, em qualquer esfera. Moça de recados da direita magoada, ela não se peja de lançar mão de todo tipo de picuinhas e remoques para desgastar as administrações petistas. Nada que lembre aquela jornalista adocicada dos tempos da ré tucana Yeda Crusius, quando praticava um jornalismo hiperglicêmico, de textos xaroposos e laudatórios.
Pois, nesta quarta-feira, a mélea profissional da imprensa gaudéria fez a festa por causa de uma bobagem publicada no Diário Oficial da União, como se vê na imagem acima. A notícia passou o dia inteiro em destaque na capa da edição eletrônica da gazetinha, com espaço aberto à manifestação de leitores selecionados.
O tosco e ocasional equívoco do D.O.U, no entanto, não chega aos pés do besteirol diário produzido pela "mais importante jornalista de política do RS". Se o conteúdo de seus pitéus jornalísticos é invariavelmente caracterizado pela má-fé, a forma como ela os difunde nos veículos em que atua não deixa dúvidas quanto ao apreço que ela tem pela língua-mater. Seu perfil no Twitter, por exemplo, é sério candidato ao Troféu Muar de Gramática Normativa. Veja:
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Sua coluna Página 10 em Zero Hora não foge à regra, como demonstrou o blog Café & Aspirinas nesta postagem

segunda-feira, 5 de março de 2012

TABLOIDE ZERO HORA CONDENADO NA JUSTIÇA POR CAFETINAGEM DE VOVÓ


O tabloide gaúcho Zero Hora, principal braço impresso da organização mafiomidiática RBS, foi condenado judicialmente a indenizar, por dano moral, uma senhora aposentada que mora com o pai, um senhor de idade avançada, no município de Caxias do Sul, na Serra Gaúcha. O valor da indenização foi fixado em R$ 5 mil.
No dia 6/2/2010, o tabloide publicou, na seção de classificados, anúncio oferecendo serviços de uma acompanhante sexual, informando o número do telefone residencial da autora da ação. A veneranda chegou a receber, numa única manhã, mais de 15 ligações com propostas libidinosas e cabeludas. Por causa disso, ela entrou na justiça contra a gazetinha.
Em 1º Grau, o juiz da Comarca de Caxias do Sul deu provimento ao pedido.  ZH recorreu da decisão alegando que os classificados são coletados por prestadores de serviços terceirizados, e que as informações são fornecidas pelos anunciantes. Defendeu ainda a inexistência do dano moral, uma vez que o nome da autora não foi divulgado no anúncio, somente seu telefone.
Na sentença, o desembargador-relator disse que “a falha na publicação gerou dor e angústia a autora, que passou pela inegável humilhação de atender os interessados no anúncio, ouvindo termos típicos, considerando as características apelativas do aviso”. Além disso, ressaltou que sendo o réu responsável pela edição do jornal, responde, sim, por eventuais erros, “não havendo que se atribuir a terceiros a responsabilidade pelo evento danoso”.

Para beber diretamente na fonte da Justiça, clique aqui.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

TARSO GENRO DÁ UMA PITOMBA NO QUENGO DA COLUNISTA-ABELHA DE ZERO HORA


O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, enviou nota à colunista-abelha e editora de Política do tabloide venal Zero Hora, Rosane de Oliveira, contestando a patacoada intitulada “Quem te viu, quem te vê”, publicada nesta terça-feira, 31, na coluna Página 10, assinada pela dita cuja. A nota da melíflua jornalista tenta esculhambar o governo do Estado por “não divulgar os nomes dos 17 servidores  que figuram no relatório da comissão processante como possíveis envolvidos em irregularidades”.  No caso, a hiperglicêmica colunista faz referência ao Daer – Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem.

Eis a íntegra da nota de Tarso Genro:

“No editorial “Quem te viu, quem te vê”, publicado na página 10 de Zero Hora, é mencionada diretamente a postura do governo em relação à Comissão, determinada pelo próprio governo, que investigou irregularidades no DAER. Quero manifestar, em nome do governo do Estado, a nossa inconformidade com as acusações, que imputam ao governo o encobrimento de nomes.

Esclareço:


1) O próprio governo do Estado, através da Procuradoria Geral do Estado, é quem fez a investigação, por determinação direta do Governador;



2) O Governo não é contrário à divulgação dos nomes das pessoas eventualmente implicadas, mas entende que o órgão apropriado para fazer esta divulgação é o Ministério Público, que tem a responsabilidade da Ação Penal e o dever de aferir os resultados da investigação;



3) No texto estão misturadas as posições do PT com posições do Governo do Estado, como se outorgar ao MP a decisão de divulgar os nomes, fosse uma posição contrária do Governo contrária ao resultado da investigação;



4) O seu texto nega ao Estado um dever ético que é determinado pelo próprio Guia de Ética da RBS, que é uma instituição privada, e que está assim redigido:

“O mero registro policial ou a proposta de ação judicial não 
são elementos suficiente para a divulgação de nomes de suspeitos ou 
acusados, a menos que haja a devida contextualização para se 
compreender um fato de interesse público”.



5) É no mínimo curiosa a comparação com a comissão de sindicância que apontou as responsabilidades à época do Detran e a comissão processante que agora encerrou os seus trabalhos. Ocorre que a situação é diametralmente oposta.  Os apontamentos da PGE à época (2008) e a "divulgação dos nomes" se deram sete meses após a deflagração da chamada Operação Rodin, quatro meses após a conclusão de inquérito por parte da Polícia Federal e e em pleno curso de uma CPI que tratou sobre o tema.  Os nomes dos supostos envolvidos já
estavam amplamente publicizados, com o aval do Ministério Público Federal.  No caso atual, o Governo atuou na vanguarda das investigações, propiciando o ambiente institucional adequado para a realização do trabalho da comissão processante, bem diferente do que ocorreu em períodos anteriores;



6) Na verdade, as acusações ao governo, no editorial referido, partem do pressuposto que uma instituição privada tem o direito de não informar, quando entende que este é o seu dever ético, e que o Estado não deve obedecer aos mesmos pressupostos.



7) Finalmente, não faremos nenhuma objeção caso o Ministério Público decida divulgar os nomes. Pelo contrário, se a instituição verificar que há fundamento na investigação conduzida pelo Executivo, saudaremos a publiciazação de tudo o que foi apurado, inclusive os nomes.”

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

FURO MUNDIAL: ZERO HORA CONFIRMA TEORIA DA RELATIVIDADE FORMULADA POR EINSTEIN

Anotações que revolucionam a Física e mudam a perspectiva de espaço/tempo foram encontradas pelo Jornalismo Investigativo do tabloide gaucho em um caderninho escolar, dentro de um latão de lixo no estacionamento da World Meteorological Organization, em Genebra, Suíça.
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Para ler a íntegra desta espetacular revelação, clique aqui.

domingo, 23 de outubro de 2011

ORGANIZAÇÃO MAFIOMIDIÁTICA DIRIGIDA POR SUPOSTO CRIMINOSO DO COLARINHO BRANCO CRIA EDITORIA DE BANDIDAGEM JORNALÍSTICA PARA ATACAR GOVERNO DO PT


Entre as inestimáveis contribuições do tabloide Zero Hora à história do jornalismo investigativo brasileiro, figura um caso exemplar, perpetrado na edição do dia 21/9/09 da gazetinha gaúcha. Para quem chegou agora ou para quem já esqueceu, a reporcagem de capa daquela data trazia espetaculares revelações sobre "as estratégias do MST", todas elas esteadas no conteúdo de um suposto caderninho escolar, "com 26 páginas escritas à mão", encontrado dentro de um latão de lixo no estacionamento do Incra, em Porto Alegre. A despeito de não existir o mínimo indício da autenticidade de tais anotações - e sequer de sua existência - , o operoso e paranormal "repórter investigativo" de ZH produziu duas páginas de gatafunhos baseado unicamente em sua malcheirosa "descoberta". Vale lembrar que o autor da "matéria", o suposto "jornalista investigativo" Humberto Trezzi, já possuía em seu laureado currículo uma vergonhosa carraspana pública pela prática de plágio, que submeteu seu empregador ao constrangimento de uma retratação.
É em nome dessa moral de fancaria que a laboriosa "abelha-rainha" Rosane de Oliveira, editora de Política do jornaleco e titular da afamada coluna Página 10 do mesmo diário, tenta infundir entre os desavisados leitores do jornalzinho que o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, eleito em primeiro turno, "ataca a imprensa", "ataca o jornalismo investigativo" e promove uma ignominiosa "pregação contra a mídia".


Esta mesma Sra. Oliveira, que atravessou o reinado de D.Yeda Crusius, A Louca, tentando desqualificar o trabalho de investigação do Ministério Público Federal nos milionários escândalos de corrupção do governo tucano, arroga-se agora o direito de desqualificar, distorcer, descontextualizar, manipular e mentir sobre uma conferência proferida pelo governador gaúcho em um "congresso sobre corrupção" promovido pelo MP na semana que passou. Para ler o discurso de Tarso Genro na íntegra e comprovar a natureza bandida da melíflua editora e colunista de ZH, clique aqui no Café & Aspirinas.
As digitais da indigitada jornalista são nítidas também no solene Editorial de Zero Hora publicado ontem, 22, em que a organização mafiomidiática manifesta seu “estarrecimento” pelo que chama de “ataque desfechado pelo governador Tarso Genro ao jornalismo investigativo”. O texto diz que o governador sustenta uma posição que “tende a interessar mais aos corruptos do que aos cidadãos”. A resposta do governador foi imediata, e pode ser conferida nesta postagem do portal Carta Maior.

Aguardamos, com toda a paciência do Rio Grande do Sul, do Brasil e do mundo, a manifestação do conglomerado, no mesmo nobre espaço - e, quem sabe, na coluna-bandida Página 10 -, sobre a ação penal que tramita na Justiça Federal contra o seu capo, Nelson Sirotsky, por crimes contra o sistema financeiro nacional, mais precisamente evasão de divisas e sonegação fiscal. Os compromissos com a ética e com a transparência da informação são valores tão caros ao grupo RBS que, a pedido dos advogados do réu, o processo desapareceu do site do TRF4 dois dias após este Cloaca News torná-lo público.

Enganar-se-ão, porém, aqueles que acharem que o poderoso chefão do império sulista de mídia é um suposto criminoso de primeira viagem. As falcatruas deste paladino da ética e da probidade remontam a 1996, em remessas bilionárias para o Milbank, Tweed Hadley & McLoy, DR, para Bowne of New York City e para a Bourse of Luxembourg, apenas como aperitivo. As informações são fruto de investigações do Ministério Público, e serão requentadas por este cafofo cibernético ao longo da semana. Voltaremos!

quarta-feira, 20 de julho de 2011

O MEA CULPA DO TABLOIDE GAÚCHO

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Não lembra mais da arapongagem praticada pelos veículos do Grupo RBS durante o desgoverno da tucana Yeda Crusius? Clique aqui e refresque sua memória.
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Em sua edição de domingo, a gazetinha dos Sirotsky chegou até a publicar uma reportagem sobre o tabloide irmão londrino. Já devem estar arrependidos.



quarta-feira, 8 de junho de 2011

ZERO HORA: LIÇÃO DE JORNALISMO CASTANHO

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Abaixo, trecho da reporcagem* de capa do tabloide Zero Hora, edição de quarta-feira, 8/6, página 5, sobre a ministra Gleisi Hoffmann:
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Clique na imagem para ampliá-la.
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* Neologismo cunhado por Antônio Mello, titular do Blog do Mello.

sábado, 14 de maio de 2011

RBS E ZERO HORA SÃO CONDENADOS NA JUSTIÇA POR DIVULGAR NOTÍCIA MENTIROSA






















O repórter Giovani Grizotti, a RBS TV (afiliada da Globo) e o tabloide Zero Hora foram condenados a pagar R$ 15 mil de indenização ao Conselho Cultural e Artístico Pedras Brancas, do município de Guaíba, região metropolitana de Porto Alegre, e a seu dirigente Walter Luis Lopes por terem divulgado matérias mentirosas sobre uma rádio comunitária. A sentença foi proferida no dia 4 de maio pelo juiz Giovanni Conti, da 15ª Vara Cível de Porto Alegre.
Em 7 de janeiro de 2007, reporcagens do complexo mafiomidiático gaúcho informaram que o empreendimento Rádio Jovem Comunitária de Guaíba era uma "rádio pirata" e que "as atividades de Walter Luis Lopes teriam ligações com atividades criminosas."
Tudo invenção e má-fé, como provaram em juízo os autores da ação.
O julgado aborda, no final, que a liberdade de imprensa quando exercida abusivamente, "haverá de ocasionar a necessidade de reparação no âmbito da responsabilidade civil". A sentença também condena a emissora de TV e o tabloide "a retratarem os danos, no mesmo jornal ou periódico, no mesmo local, com os mesmos caracteres e sob a mesma epígrafe; ou na mesma estação emissora e no mesmo programa ou horário".
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Esta notícia não será encontrada em nenhum dos veículos impressos ou eletrônicos da Famiglia Sirotsky, mas se você entrar no site do Tribunal de Justiça do RS e botar o número do processo – 10900419320 - poderá ler o caso e a sentença na íntegra. Pensando em seu conforto, já fizemos isso para você. Basta clicar aqui .