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domingo, 22 de janeiro de 2012

COM BARRIGA, FOLHA EMPURRA SENADOR PETISTA E DEPUTADO DO PSOL PARA O CÁRCERE

CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA


Excitada com a ação genocida das tropas tucanas em São José dos Campos (SP), durante operação para remover 1600 famílias de uma área pertencente ao megatrambiqueiro Naji Nahas (amigo de Serra), o portal UOL, da Folha de S. Paulo, desarvorou-se em publicar, sem a devida apuração, informação falsa prestada por um membro da PM paulista. A notícia dizia  que o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) e o deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) haviam sido detidos pelas forças fascistas de desocupação, sob ordens do governador Geraldo Alckmim, durante operação na comunidade do Pinheirinho.
Logo que souberam de suas "prisões", os parlamentares desqualificaram a publicação e informaram que em momento algum estiveram detidos por quem quer que fosse. 
Aguarda-se para qualquer momento nota oficial do Mestre em Proeminências Ventrais Ricardo Noblat. Como se sabe, é do tocador-de-jazz do Sistema Globo o cetro de barrigueiro-mor da imprensa brasileira, quiçá mundial.

Enquanto isso, o pau come no Vale do Paraíba. A PM segue fuzilando trabalhadores que não sabem mais para onde ir. Há moradores feridos por balas tucanas. Mas, para os veículos da Folha, está tudo bem, visto que a Rodovia Presidente Dutra já foi desbloqueada e o trânsito voltou à normalidade.

sábado, 27 de março de 2010

O MASSACRE DO MORUMBI – IMAGENS ESTARRECEDORAS



Professor conta como sobreviveu ao ataque das tropas de José Serra
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Do blog Eco-Subversivo
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Nesta tarde de sexta-feira (26/03/2010) presenciei o horror que é a repressão policial a manifestações. Foi na Assembléia dos Professores Estaduais de São Paulo que ocorreu na frente do estádio do Morumbi, onde o intuito era chegar à frente do Palácio dos Bandeirantes (sede do governo estadual paulista). A movimentação da polícia militar (PM) era intensa e esta colocou barricadas nas ruas que levavam a sede do governo para impedir qualquer um de se aproximar do local.
Depois de tomar uma chuva intensa e após começar a assembléia, nós começamos a subir outra rua, mas havia uma barreira de policiais do choque para impedir todos de passarem. Em outra rua adjacente também estava formada outra barreira de policiais da Rocam, ou seja, eles cercaram todos os acessos. Ai que entra o maior erro que é do governo em não garantir o direito democrático de ir e vir dos cidadãos, mesmo em uma passeata. Era uma manifestação de professores, pacífica e não de vândalos. Onde está a democracia? É democrático impedir uma manifestação de chegar perto da sede de um governo?
Então começou haver uma aglomeração do lado da barreira do choque. A tensão estava no ar e muitos membros do sindicato estavam alertando todos para não haver qualquer confronto ou provocação. Mas a polícia ja parecia pré-disposta para o confronto. Eu estava chegando perto e sabia que qualquer pequeno motivo, ou seja, qualquer "palito" que fosse jogado contra a polícia seria o motivo para esses começarem com a violência.
Foi o que aconteceu, pois quando cheguei perto pude ver alguns policiais já descendo o cassetete em cima dos manifestantes e também já começaram a jogar bombas de gás lacrimogêneo e atirar balas de borracha. O estouro das bombas era ensurdecedor e o pior era o gás que intoxicava todos e fazia arder os olhos fortemente. Muitos se feriram gravemente com as balas de borracha, o que foi uma atitude covarde por parte da polícia. Teve até uma bomba, que não era de gás lacrimogêneo, que estourou perto de mim que estilhaçou para todo lado. Foi um absurdo ver professoras e professores de idade que estavam ali saírem correndo como se fossem marginais (…)
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Mais vídeos aqui e aqui.

EU VOU TIRAR VOCÊ DESSE LUGAR

Policial militar ferida é carregada por  suposto paisano infiltrado no dia em que os professores grevistas da rede estadual de São Paulo levaram pau da milícia de José Serra.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

SERRA MANDA POLÍCIA SERVIR REFRESCO A MANIFESTANTES

Segundo o portal G1, do complexo mafiomidiático da Famiglia Marinho, houve um “confronto” entre moradores-anfíbios de bairros submersos paulistanos e a Gestapo Tucana. No entanto, tão logo foi informado de que estaria havendo um certo “acirramento da tensão” na porta de seu boneco Kassab, o governador Zé Chirico ordenou à tropa que fosse servido um saboroso Q-Suco aos revoltosos.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

TUCANA RESSUSCITA DOI-CODI

O governo quadrilheiro da Yeda Crusius acaba de assumir, sem disfarces, seu caráter despótico e totalitário. Depois de fuzilar, pelas costas, um trabalhador sem-terra na semana passada, o aparato repressivo da desgovernada anuncia agora o indiciamento criminal de duas importantes lideranças sindicais gaúchas. É o que informa a lacônica nota mandada publicar na edição digital do tablóide Zero Hora, braço midiático e house organ da matula. "A medida confirma a transformação dos órgãos de segurança do Estado em polícia política da governadora tucana", avalia Marco Aurélio Weissheimer, do RS Urgente. Curiosamente, o "Rio Grande dá exemplo de segurança" , segundo um laureado sabujo - e notório plagiador - do jornalzinho da RBS, delírio devidamente triturado pelo sempre argucioso Diário Gauche. Parafraseando a sombria previsão meteorológica de antológica capa de jornal de um passado que julgávamos enterrado: “Tempo negro, temperatura sufocante, o ar está irrespirável. O Rio Grande do Sul está sendo varrido por fortes ventos”.

quinta-feira, 12 de março de 2009

GOVERNADORA TUCANA QUER REVOGAR A LEI ÁUREA

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Veto de Yeda Crusius a projeto aprovado pela Assembléia Legislativa institui o trabalho escravo no magistério gaúcho
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No último dia 16 de dezembro, a Assembléia Legislativa do RS aprovou um Projeto de Lei que prevê o abono das faltas dos professores da rede estadual motivadas por uma greve legítima. No fim das contas, aquelas horas/aula perdidas foram repostas integralmente pelos mestres, sem qualquer prejuízo aos estudantes. Ainda assim, prevaleceu o caráter fascista do governo tucano, que valeu-se de um decreto medieval, baixado dias antes, para descontar os dias parados do Magistério. Para rememorar os registros que fizemos daqueles tristes epísódios, clique aqui e aqui. O Projeto de Lei que anistia as faltas dos servidores foi aprovado na Assembléia com 41 votos favoráveis, boa parte deles, por sinal, vindos da própria base governista. Remetido ao Palácio Piratini, para a sanção da governadora tucana, esta o vetou sumariamente. O torvo rancor da truculenta senhora, porém, desconsiderou a mais elementar lei das relações laborais: quem trabalha faz jus ao devido pagamento. Hoje, pelo terceiro dia consecutivo, os deputados estaduais gaúchos tentarão derrubar o veto de Yeda ao Projeto de Lei 285/08. Na última terça-feira, o tablóide Zero Hora sequer se constrangeu ao mostrar de que maneira o governo da tucana supostamente corrupta está agindo para reconquistar seus "infiéis": uma ajudinha a um frigorífico aqui, um asfaltozinho ali... (clique para ler). Caso o veto se confirme nesta tarde, é provável que o Executivo nem abra processo licitatório para comprar grilhões e calcetas: bastará recorrer à bancada escravagista do Senado, para pedir umas dicas de fornecedores. Jarbas Vasconcelos e Kátia Abreu devem ter vários nomes em suas cadernetinhas.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

ATENTADO À LIBERDADE DE EXPRESSÃO: TUCANO FASCISTA TIRA DO AR O BLOG FLIT PARALISANTE

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O mefítico governador tucano de São Paulo, José Serra, conseguiu calar a voz do delegado Roberto Conde Guerra, responsável pelo combativo blog Flit Paralisante, notabilizado pelas críticas feitas ao governo estadual sobre suas políticas de Segurança Pública e desrespeito ao funcionalismo.
Clique aqui para ler a intimação da Justiça ao Google.
E clique aqui para ver o que restou do Flit Paralisante.
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ATUALIZAÇÃO (às 21:20h)
O Flit Paralisante está de casa nova (com todas as postagens que o Vampiro tentou tirar de circulação. Clique aqui para ir até lá.

domingo, 30 de novembro de 2008

A ESCRAVA YEDA

A governadora fascista do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, queria passar alguns recados. Para isso, ordenou que o tablóide Zero Hora enviasse algum estagiário-sabujo ao seu gabinete. Da "entrevista" de uma hora e meia brotou este plangente título, encimando a "matéria":
Logo imaginamos a pobre tucana submetida a grilhões e calcetas, exibindo marcas de chibatadas em seu delicado lombo. Perscrutamos linha por linha para conhecer, afinal, quem seriam seus algozes. Mas, para fazer jus ao numeral que carrega em seu nome, a gazetinha da RBS não se ocupou desse tema, preferindo estribar-se na pauta da governante.
Se você clicar sobre o título acima, em azul, irá parar diretamente na fossa séptica virtual do jornalóide, onde está abrigada mais essa página imortal do Jornalismo de Esgoto de nossa pátria. Testemunhará o diálogo do sujo com o mal lavado - ou vice-versa. E terá que engolir algumas das farsas apresentadas pelo governo estadual como "avanços", tais como o "deficit zero", os pedágios sem licitação, o decreto fascista que institui o dedo-durismo e criminaliza os servidores públicos e até a excelente performance do coronel MendeSS, o comandante da Brigada Militar - aquele que adora quebrar a cabeça e as pernas dos trabalhadores reclamões.
O Cloaca News aproveita a ocasião para informar que os professores da rede estadual gaúcha receberam apenas uma fração de seus salários deste mês. Tiveram descontados os "dias parados" durante a recente greve. Mas estão obrigados a fazer a reposição das aulas. Trabalharão de graça. E na marra.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

ZERO HORA: A DIVISÃO PANZER DO JORNALISMO DE ESGOTO A SERVIÇO DE UM GOVERNO FASCISTA

O tablóide Zero Hora, de Porto Alegre, já não faz mais questão sequer de dissimular seu espírito venal e lambeteiro. Não bastasse seu protagonismo histórico como porta-voz e baba-ovos das oligarquias do Brasil Meridional, agora o diário mais importante do grupo RBS não vê qualquer problema em se prestar, também, ao papel sujo de house-organ do governo corrupto e despótico da tucana Yeda Crusius. A cobertura feita pelo jornalzinho sobre as reinvidicações dos professores da rede estadual e sobre a greve do magistério gaúcho, decretada na última sexta-feira, escancara, para quem quiser ver, sua escolha pela depravação jornalística e pela degeneração moral. Mal o CPERS, o sindicato dos professores da rede pública estadual, anunciou que a sua Assembléia do dia 14 decretara a greve, Zero Hora já lançava seu primeiro míssil terrorista: "Comércio teme ser prejudicado pela greve dos professores estaduais". Ao mesmo tempo, já acionava sua infantaria, estrategicamente plantada, para colher as falas da governadora tucana e de sua adestrada Secretária da Educação, condenando a decisão. Tudo concatenado, para que as “notícias” se sucedessem rapidamente, aniquilando qualquer tentativa de contra-ofensiva por parte do que ZH chama, cinicamente, de “o outro lado”. Veja a sucessão de chamadas e sub-títulos publicada em suas edições digital e impressa neste fim de semana: " Secretária da Educação pede que os pais mandem os filhos para a escola segunda-feira" “Mariza Abreu enviou documentos com recomendações às escolas” “Em nota, secretaria da Educação reforça que ponto dos grevistas deve ser cortado” "Mariza Abreu comentou paralisação dos professores” “Greve do magistério já deixa alunos sem aulas em escolas de Porto Alegre” “Esta é a primeira paralisação votada às vésperas do término do ano letivo” “SEC traça plano contra a greve do magistério” “Ponto dos grevistas será cortado” “A paralisação ameaça o ano letivo, sim” ( “entrevista” de três perguntas com a presidente do CPERS) “SEC traça plano contra a greve”
Em nenhum momento – NENHUM! – o jornal publicou qualquer análise crítica honesta, contextualizando com propriedade os acontecimentos. Não se leu uma linha sequer questionando o caráter autoritário – fascista mesmo – do Decreto 45.959, assinado há poucos dias por Yeda Crusius, e insistentemente invocado agora para aterrorizar os servidores “rebeldes”. Não se vê qualquer de seus iluminados editorialistas esmiuçando o projeto de piso salarial enviado pelo governo tucano à Assembléia Legislativa – e que motivou a decretação da greve – , na contramão da lei federal que instituiu o Piso Nacional do Magistério. Nenhum repórter com crachá de Zero Hora foi visto no Palácio Farroupilha ouvindo os deputados a respeito do famigerado projeto, a favor ou contra. Se considerarmos que o tal projeto foi enviado em caráter “de urgência”, é sintomático o silêncio do jornaleco.
A “indignação” de Zero Hora não é pelo sucateamento da Educação no Estado; não é pelo desmazelo tucano com o funcionalismo, tampouco com o a suposta “perda” do ano letivo dos alunos da escolas estaduais. Zero Hora sempre se lixou para o verdadeiro interesse público. Seu negócio não é o Jornalismo, assim, com maiúscula. No momento, o “negócio” de Zero Hora – e de todos os veículos do pérfido grupo RBS – é livrar a cara da governadora tucana que ajudaram a eleger. É mascarar, esconder, iludir, embaçar, deturpar, obstruir, adulterar, até mentir, qualquer coisa, desde que a verdadeira – e tenebrosa – face da atual inquilina do Piratini não venha à tona. Qualquer problema, chame a Tropa de Choque da Brigada Militar. Não foi à toa que o comando da briosa corporação foi entregue a um celerado. Tem agricultor sem-terra marchando na rua? Pau nesses vagabundos! Tem professor reclamando das condições de trabalho? Dá-lhe bomba na cabeça desses baderneiros! É disso que Zero Hora gosta. É esse o tipo de notícia que leva seus colunistas aduladores ao êxtase. A greve do magistério gaúcho, aliás, caiu como uma luva para esses mercenários da informação: terão material suficiente para tirar de foco as falcatruas, mutretas e demais escândalos envolvendo o governo tucano e sua base de apoio parlamentar. Ou, ao contrário, poderão tratar de tudo sem falar de nada. Como sempre.

sábado, 15 de novembro de 2008

ZUMBIDO ESCRITO, FALADO, TELEVISIONADO

Considerada por um de seus colegas metidos a cronista como "a abelha-rainha do jornalismo político" que "passa o dia depurando sua colméia de informações", resultando em algo "de um melífluo sabor para seus leitores", a jornalista Rosane de Oliveira atua em todos os meios do grupo RBS (para quem não vive no RS e chegou agora, leia postagem mais abaixo).
Além de apresentadora em uma das rádios do império e comentarista em um canal local de TV, a vespinha é editora de Política do tablóide Zero Hora e titular de uma afamada coluna no mesmo jornal - a "Página 10". É nessa famígera página - raramente a 10 - que a Real Apis Mellifera do Jornalismo de Esgoto guasca tenta legitimar o noticiário "político" que ela própria se encarregou de produzir. Na verdade, desde que ela herdou o nobre espaço de um certo Barrionuevo, há pouco tempo, quase nada se viu de mudança por ali. Por isso mesmo, vale pinçar o que escreveu o cineasta Giba Assis Brasil, a propósito da Página 10 de outrora: "...a coluna ...é um grande mural, onde são pendurados recados de procedência muitas vezes duvidosa, mas para destinatários quase sempre evidentes". Se mudança houve, foi apenas na ordem dos insetos. Pois a nossa abelhinha - "tão isenta, tão eqüidistante", no dizer de outro cronista babão da mesma casa - já mal consegue refrear seu ímpeto servil. Em sua coluna impressa de hoje, ela se apressa em satanizar o movimento grevista dos professores gaúchos, garantindo que a "intenção" do CPERS/Sindicato "é mesmo criar desconforto para forçar a sociedade a valorizar a função de professor". Sobre o decreto fascista da tucana amiga Yeda Crusius que, além de instituir o dedo-durismo, corta o ponto e a efetividade dos grevistas, nem uma doce gota de opinião. E sobre o ato da tresloucada governadora, que cria gratificações de 7 mil reais para alguns Secretários (inclusive a da Educação), nossa Hymenoptera depuradora conseguiu apenas ficar "chocada" com a "falta de sensibilidade política" do governo estadual ao enviar projeto tão "polêmico" em momento tão "inoportuno". Você, que vive em outro Estado: há algum jornalista-própolis resinando as páginas do seu diário local? Quer trocar?

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

MAGISTÉRIO GAÚCHO - Bons tempos aqueles em que levar bomba era apenas repetir de ano na escola

A professora Marli Helena Kümpel da Silva não esquecerá do último dia 16 de outubro, quando foi atingida por um artefato de "efeito moral" que lhe estraçalhou as pernas, nas imediações do Palácio Piratini, sede do governo estadual gaúcho. Como integrante da diretoria do CPERS, o sindicato dos professores, Marli viera da cidade de Erechim, interior do Estado, para juntar-se aos seus milhares de colegas, em manifestação pacífica, e reinvidicar coisas como: reajuste salarial, defesa dos planos de carreira e implantação do Piso Nacional para o magistério. A tropa de choque da governadora tucana Yeda Crusius, no entanto, deu-lhe uma lição, partindo-lhe os ossos. É esse o "novo jeito de governar" que a imprensa local - capitaneada pelos veículos da RBS - exalta e protege, por meio de sua matilha de colunistas sabujos e comentaristas louvaminheiros. Logo mais, às 13:30h, no ginásio Gigantinho, os professores estarão novamente reunidos, desta vez em Assembléia, discutindo a ridícula e traiçoeira proposta de Yeda Crusius enviada ao Legislativo. Estaremos lá, no meio desses perigosos elementos que insistem em querer um salário-base de R$ 950. Tomara que, desta vez, ninguém tome pau.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Decreto fascista de Yeda Crusius institui o dedo-durismo como política de Estado

Assinado no dia 28 de outubro, pela governadora tucana do Rio Grande do Sul, o Decreto 45.959 “dispõe sobre o registro da efetividade dos servidores públicos estaduais em virtude de greve ou paralisação no serviço público estadual”. Logo em seu primeiro artigo, determina que seja cortado o ponto do servidor gaúcho, “correspondente a dias não trabalhados em virtude de greve ou paralisação”. Logo em seguida, trata de criminalizar o servidor público que não dançar conforme a música da tresloucada. Eis o “Art. 3º – Verificada a ocorrência de fatos irregulares ou ilícitos objeto deste Decreto, as Chefias dos respectivos Órgãos e Entidades deverão lavrar auto circunstanciado da ocorrência, firmado por duas testemunhas presenciais e, imediatamente, encaminhar à autoridade competente, com vista à Procuradoria Geral do Estado, e apresentar, na hipótese de ilícito penal, a notícia crime ao Ministério Público.” Achou pouco? Veja o parágrafo seguinte: "Todo servidor público estadual que tomar conhecimento dos fatos mencionados no caput deste artigo deverá imediatamente comunicá-lo à Chefia a que está subordinado, sob pena de cometimento da falta funcional grave”. Etc. e revogam-se as disposições em contrário.
Nem nos mais sombrios dias da ditadura militar a alcagüetagem era tratada com tanto despudor. Menos ainda, naquele macabro período, a delação de colegas ganhou as páginas do Diário Oficial. Agora, com o “novo jeito de governar”, o Rio Grande do Sul dá mais alguns largos passos para trás, de volta às trevas. Se no comando da Brigada Militar (a PM local) Yeda botou o famigerado Coronel MendeSS, um brucutu que faria o general Newton Cruz parecer um sacristão, agora não falta mais nada. Uma coisa, pelo menos, não mudou abaixo do Mampituba: a imprensa local - pelega, sabuja e subserviente - continua firme e forte em seu papel esgotadoiro.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Não deu (nem vai dar) em ZERO HORA

Centrais sindicais fazem ato por liberdade de protesto

Algumas das principais centrais sindicais do país fizeram um ato público em Porto Alegre para protestar contra a política de reprimir o direito ao livre protesto social, mantida pelo governo tucano do estado. CUT, CTB, Conlutas e Intersindical se juntaram à Coordenação de Movimentos Sociais para exigir o fim da postura despótica da governadora Yeda Crusius. Desde o início de seu governo, em janeiro de 2007, os movimentos sociais estão em maus lençóis no RS, uma vez que a Brigada Militar (a polícia militar estadual, comandada pelo celerado Coronel MendeSS) vem reprimindo com força e crueldade qualquer tipo de manifestação. Já foram feitas até mesmo visitas institucionais da parte do govermo federal com a intenção de garantir a liberdade do protesto social no Rio Grande do Sul. Apesar das recomendações pela manutenção do Estado de Direito, a ordem do governo do Estado é para continuar os massacres. (com informações da agência Pulsar Brasil)

NA FOTO: TROPA DE CHOQUE DE YEDA CRUSIUS EM AÇÃO DE REINTEGRAÇÃO DE POSSE DE UM TERRENO OCUPADO POR SEM-TETOS, NA PERIFERIA DE PORTO ALEGRE.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Análise bacteriana

Nem precisa de microscópio

A olho nu, percebe-se facilmente que o Jornalismo de Esgoto dispensa enorme apreço aos seus coliformes favoritos.