quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

ESTAMOS PEDINDO AJUDA AOS UNIVERSITÁRIOS

. De uma hora para outra, sem que encontrássemos o motivo, os que visitam este Cloaca News utilizando o navegador Internet Explorer não estão visualizando nossa barra lateral. Na verdade, a barra foi parar lá embaixo, após a última postagem desta página. Isso não se observa quando o navegador é o Firefox; com ele, a nossa barra lateral segue sendo visualizada à direita das postagens. Alguém aí, por favor, poderia nos dar uma explicação para o estranho fenômeno? Desde já, agradecemos.
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ATUALIZAÇÃO - 18:30H
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Eureka!!! Problema resolvido. Nosso agradecimento aos "universitários".

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

CATINGA DE LIXÃO

O tabloide Zero Hora, aquele que cultiva fontes fidedignas dentro de recipientes de lixo, cumpre, na edição desta quarta-feira, 24, sua sina de aterro sanitário do jornalismo. Além do tolete acima, obrado pela "mais importante colunista de Política do RS", a xexelenta gazetinha da Famiglia Sirotsky cuidou de reciclar os dejetos da Folha de S.Paulo também em forma de notícia de página inteira. Pior: transformou a palhaçada em Editorial, assinando seu atestado de velhacaria. Os Al Capones da Notícia sequer tiveram a esperteza de verificar que o factoide já estava incinerado pela verdade desde a véspera, como atestam as postagens do blog de Luis Nassif, "repercutidas" pelo RS Urgente.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

GRANDES MOMENTOS DA BLOGOSFERA - CURSO RÁPIDO DE ANÁLISE SINTÁTICO

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Filho da puta é adjunto adnominal (ou paronomástico), se for "conheci um juiz filho da puta".
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Se for "o juiz é um filho da puta", daí é predicativo.
. Agora, se for "esse filho da puta é um juiz", daí é sujeito.
. Porém, se o cara aponta uma arma para a testa do juiz e diz: "Agora nega a liminar, filho da puta!" - daí é vocativo.
. Finalmente, se for: "O ex-juiz Nicolau dos Santos Neto, aquele filho da puta, desviou o dinheiro da obra pública tal" - daí é aposto.
. Que língua, a nossa, não?
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Exarado por Cristóvão Feil, titular do Diário Gauche.
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Na foto, um juiz (substantivo).

domingo, 21 de fevereiro de 2010

SERRA, O DELETÉRIO

Do blog de Luis Nassif: . Por que José Serra vacila tanto em anunciar-se candidato? .
Para quem acompanha a política paulista com olhos de observador e tem contatos com aliados atuais e ex-aliados de Serra, a razão é simples. Seu cálculo político era o seguinte: se perde as eleições para presidente, acaba sua carreira política; se se lança candidato a governador, mas o PSDB consegue emplacar o candidato a presidente, perde o partido para o aliado. Em qualquer hipótese, iria para o aposentadoria ou para segundo plano. Para ele só interessava uma das seguintes alternativas: ele presidente ou; ele governador e alguém do PT presidente. Ou o PSDB dava certo com ele; ou que explodisse, sem ele. Esta foi a lógica que (des)orientou sua (in)decisão e que levou o partido a esse abraço de afogado. A ideia era enrolar até a convenção, lá analisar o que lhe fosse melhor. De lá para cá, muita água rolou. Agora, as alternativas são as seguintes: 1. O xeque que recebeu de Aécio Neves (anunciando a saída da disputa para candidato a presidente) demoliu a estratégia inicial de Serra. Agora, se desiste da presidência e sai candidato a governador, leva a pecha de medroso e de sujeito que sacrificou o partido em nome de seus interesses pessoais. 2. Se sai candidato a presidente, no dia seguinte o serrismo acaba.
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O balanço que virá
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O clima eleitoral de hoje, mais o poder remanescente de Serra, dificulta a avaliação isenta do seu governo. Esse quadro – que vou traçar agora – será de consenso no ano que vem, quando começar o balanço isento do seu governo, sem as paixões eleitorais e sem a obrigatoriedade da velha mídia de criar o seu campeão a fórceps. Aí se verá com mais clareza a falta de gestão, a ausência total do governador do dia-a-dia da administração (a não ser para inaugurações), a perda de controle sobre os esquemas de caixinha política. Hoje em dia, a liderança de Serra sobre seu governo é próxima a zero. Ele mantém o partido unido e a administração calada pelo medo, não pelas ideias ou pela liderança. Há mágoas profundas do covismo, mágoas dos aliados do DEM – pela maneira como deserdou Kassab – -, afastamento daqueles que poderiam ser chamados de serristas históricos – um grupo de técnicos de alto nível que, quando sobreveio a inércia do período FHC-Malan, julgou que Serra poderia ser o receptador de ideias modernizantes. Outro dia almocei com um grande empresário, aliado de primeira hora de Serra. Cauteloso, leal, não avançou em críticas contra Serra. Ouviu as minhas e ponderou uma explicação que vale para todos, políticos, homens de negócio e pensadores: “As ideias têm que levar em conta a mudança das circunstâncias e do país”. Serra foi moderno quando parlamentar porque, em um período de desastre fiscal focou seu trabalho na responsabilidade fiscal. No governo paulista, não conseguiu levantar uma bandeira modernizadora sequer. Pior: não percebeu que os novos tempos exigiam um compromisso férreo com o bem estar do cidadão e a inclusão social. Continuou preso ao modelito do administrador frio, ao mesmo tempo em que comprometia o aparato regulatório do Estado com concessões descabidas a concessionárias.O castigo veio a cavalo. A decisão de desviar todos os recursos para o Rodoanel provocou o segundo maior desastre coletivo da moderna história do país, produzido por erros de gestão: o alagamento de São Paulo devido à interrupção das obras de desassoreamento do rio Tietê. O primeiro foi o “apagão” do governo FHC.
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O fim das ideias
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O Serra que emergiu governador decepcionou aliados históricos. Mostrou-se ausente da administração estadual, sem escrúpulos quando tornou-se o principal alimentador do macartismo virulento da velha mídia – usando a Veja e a Folha – e dos barra-pesadas do Congresso. Quando abriu mão dos quadros técnicos, perdeu o pé das ideias. Havia meia dúzia de intelectuais que o abastecia com ideias modernizantes. Sem eles, sua única manifestação “intelectual” foi o artigo para a Folha criticando a posição do Brasil em relação ao Irã – repetindo argumentos do seu blogueiro -, um horror para quem o imaginava um intelectual refinado. É bobagem taxar o PSDB histórico de golpista. Na origem, o partido conseguiu aglutinar quadros técnicos de alto nível, de pensamento de centro-esquerda e legalistas por excelência. E uma classe média que também combateu a ditadura, mas avessa a radicalizações ideológicas. Ao encampar o estilo Maluf – virulência ideológica (através de seus comandados na mídia), insensibilidade social, (falsa) imagem de administrador frio e insensível, ênfase apenas nas obras de grande visibilidade, desinteresse em relação a temas centrais, como educação e segurança – Serra destruiu a solidariedade partidária criada duramente por lideranças como Mário Covas, Franco Montoro e Sérgio Motta. Quadros acadêmicos do PSDB, de alto nível, praticamente abandonaram o sonho de modernizar a política e ou voltaram para a Universidade ou para organizações civis que lhe abriram espaço.
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O personalismo exacerbado
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Principalmente, chamaram a atenção dois vícios seus, ambos frutos de um personalismo exacerbado – para o qual tantas e tantas vezes FHC tinha alertado. O primeiro, a tendência de chamar a si todos os méritos, não admitir críticas e tratar todos subordinados com desprezo, inclusive proibindo a qualquer secretário sequer mostrar seu trabalho. Principalmente, a de exigir a cabeça de jornalistas que o criticavam. O mal-estar na administração é geral. Em vez de um Estadista, passaram a ser comandados por um chefe de repartição que não admite o brilho de ninguém, nem lhes dá reconhecimento, não é eficiente e só joga para a torcida. O segundo, a deslealdade. Duvido que exista no governo Serra qualquer estrela com luz própria que lhe deva lealdade. A estratégia política de FHC e Lula sempre foi a de agregar, aparar resistências, afagar o ego de aliados. A de Serra foi a do conflito maximizado não por posições políticas, mas pelo ego transtornado. O uso do blogueiro terceirizado da Veja para ataques descabidos (pela virulência) contra Geraldo Alckmin, Chalita, Aécio, deixou marcas profundas no próprio partido. Alckmin não lhe deve lealdade, assim como Aloizio Nunes – que está sendo rifado por Serra. Alberto Goldmann deve? Praticamente desapareceu sob o personalismo de Serra, assim como Guilherme Afif e Lair Krähenbühl – sujeito de tão bom nível que conseguiu produzir das poucas coisas decentes do malufismo e não se sujar. No interior, há uma leva enorme de prefeitos esperando o último sopro de Serra para desvencilhar-se da presença incômoda do governador. O que segura o serrismo, hoje em dia, é apenas o temor do espírito vingativo de Serra. E um grupo de pessoas que será varrido da vida pública com sua derrota por absoluta falta de opção. Mas que chora amargamente a aposta na pessoa errada. Aliás, se Aécio Neves for esperto (e é), tratará de resgatar esses quadros para o partido. Saindo candidato a presidente e ficando claro que não terá chance de vitória, o PSDB paulista se bandeará na hora para o novo rei. Pelas possibilidades eleitorais, será Alckmin, político limitado, sem fôlego para inaugurar uma nova era. Por outro lado, o PT paulista também não logrou se renovar, abrir espaço para novos quadros, para novas propostas. Continua prisioneiro da polarização virulenta com o PSDB, sem ter conseguido desenvolver um discurso novo ou arregimentado novas alianças. O resultado final será o fim da era paulista na política nacional, um modelo que se sustentou décadas graças ao movimento das diretas e à aliança com a velha mídia. Acaba em um momento histórico, em que o desenvolvimento se interioriza e o monopólio da opinião começa a cair.A história explica grande parte desse fim de período. Mas o desmonte teria sido menos traumático se conduzido por uma liderança menos deletéria que a de Serra.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

MAIS UM DEMO PRO SACO

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (ex-PFL, antiga ARENA) e a vice-prefeita, Alda Marco Antonio (PMDB) tiveram seus mandatos cassados pela Justiça Eleitoral. A notícia completa pode ser lida aqui. Alguém gritou “pega ladrão” e não sobrou um, meu irmão.

ESTADÃO CRIA MANCHETE MENTIROSA PARA NOTÍCIA DA BBC

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Por volta das 13:30h deste sábado, 20, a corporação mafiomidiática O Estado de S.Paulo, comandada pelos marginais quatrocentões da beira do Tietê, levou à capa de seu portal Estadão um escandaloso título (imagem acima), em letras garrafais, que não correspondia à verdade. O link da manchete nos remetia a esta nota da BBC Brasil, e nela não havia qualquer alusão a "discurso estatizante". Isso porque eles estão "há 204 dias sob censura". Imagine se não estivessem. . Mais sobre o mesmo assunto, aqui no blog Anais Políticos.

TUCANOS BATEM CARTEIRAS DE CRIANÇAS EM SÃO PAULO

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Nem a Folha conseguiu esconder a punga do governador Zé Chirico e de seu comparsa Paulo Renato, vulgo Mandruvá, nos pobres alunos da Escola Estadual Presidente Café Filho, no bairro do Capão Redondo, zona sul da capital paulista.

Crianças sentadas no chão gelado, entre entulhos e goteiras. Assim está começando o ano letivo para os pequenos estudantes da periferia paulistana.

Quer saber os detalhes sórdidos de mais essa bandalheira do Governo Serra, com direito a Diário Oficial e tudo? Basta clicar aqui e ir ao NaMaria News.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

FOLHA REQUENTA NOTÍCIA VELHA DE BLOG

O site Folha Online, da Folha de S.Paulo, levou dois dias inteiros para noticiar a "cutucada" de Chico Pinheiro em Boris Casoy, durante a transmissão do desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro, pela Rede Globo.
Publicaram a coisa às 19:35h de hoje, quinta-feira. Mas isso, você que nos visitou anteontem, Terça-Feira Gorda, já estava careca de saber, não é mesmo?

UM MILHÃO

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Este modesto blog tem o prazer de informar que atingiu, na tarde desta quinta-feira, a marca de um milhão de acessos. A você, que nos honra com sua visita, o nosso agradecimento pela deferência.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

JORNALISTA DA GLOBO CRAVA ESTACA NO PEITO DE BORIS CASOY

O jornalista Francisco de Assis Pinheiro, o Chico Pinheiro, da Rede Globo, acaba de mandar um sinal de que nem tudo está perdido. No início da madrugada desta terça-feira (por volta de 00:30h), durante a transmissão do desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro, Pinheiro levou para a “Esquina do Samba” – espécie de aquário suspenso sobre a Marquês de Sapucaí – o carioca Renato Luís Feliciano Lourenço, mais conhecido como Renato Sorriso. Trata-se do gari que, desde 1997, faz a alegria do Sambódromo com seu show particular enquanto varre a pista após a passagem de cada escola.
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Com a Portela entrando na avenida, Chico Pinheiro pergunta, ao vivo: “...gari do Rio Janeiro, há quanto tempo desfilando nessa passarela, encantando o Brasil e o mundo, do alto da sua vassoura?”
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ATUALIZAÇÃO - 14:45h .

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

CARNAVAL 2010: SERRA NÃO DORME, NÃO COME E NÃO TROCA DE ROUPA

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Enquanto isso, em São Luiz do Paraitinga, interior de São Paulo, estado natal do tucano...
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...voluntários arregaçaram as mangas...
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...e não deixaram a peteca cair.
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Este relato do portal G1 "esqueceu-se" apenas de ligar os pontos.

O TRISTE FIM DE RICARDO NOBLAT

Se é que o blogueiro-bandido d’O Globo algum dia foi diferente daquilo em que está transformado hoje – um jornalista rancoroso e desenxabido – , chega a ser triste observar seu patético ocaso.
Com o resíduo de credibilidade que possuía consumido por uma sucessão de monumentais barrigas, o tocador-de-jazz-do-senado agora parece não se importar mais se o que copia para seu afamado blog faz sentido ou não, se é veraz ou não. Se servir para esculhambar o presidente Lula ou a ministra Dilma, para Noblat está de bom tamanho.
Ricardo Noblat mal completou seus 60 anos de vida, mas, profissionalmente, já desliza pela ladeira da decrepitude. Ontem mesmo, ao encontrar no portal G1 uma daquelas notícias escritas nas coxas, Noblat correu para colar a besteira em seu blog. Dizia a nota que “Ivete brinca com Serra mas não cita Dilma em Salvador”, como se o suposto menoscabo da baiana cansada pudesse influir na corrida sucessória.
Ocorre que a informação não era verdadeira, como se pode ler no site Bahia Notícias, do jornalista Samuel Celestino. Pior: o portal G1 retificou a notícia e reescreveu o título. Noblat, o bandido, deixou assim mesmo.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

SERRA PAGA MICO NO GALO, MAS ESTÁ “FELICÍSSIMO” COMO PINTO NO LIXO

Deu no JC Online, o portal do Jornal do Commercio, de Recife: “Com camisa polo azul e calça cáqui de brim, o presidenciável e governador de São Paulo José Serra chegou ao camarote oficial do Galo Madrugada dizendo que não veio fazer campanha.
Segundo Serra, ele veio ao Recife como folião e lembrou que, na década de 80, havia assistido ao desfile do Galo. As impressões agora? De que o bloco cresceu bastante.Serra chegou ao camarote já com o desfile iniciado, no momento em que passava o primeiro trio elétrico. Ou seja, foi na base do aperto que o presidenciável se locomoveu por cerca de cem metros até a entrada do camarote.
Durante o trajeto, José Serra foi pouco reconhecido. E entre os que o reconheceram, alguns afirmaram, de forma provocativa, que votariam em Dilma (ministra da Casa Civil).
IMPEDIMENTO - A imprensa que acompanhava Serra foi impedida de entrar no camarote oficial do Galo da Madrugada. Até mesmo a equipe trazida por Serra teve problemas. Somente depois de o cientista político e marqueteiro Antônio Lavareda que os jornalistas conseguiram entrar no local”. . No melhor da festa, agora há pouco, Serra saiu de fininho, mas foi abordado por alguns repórteres. Patrocinado por uma famosa marca de artigos esportivos, e com o sol a pino bronzeando-lhe a reluzente calva, o tucano garantiu que está “muito feliz”, e que “nunca tenho medo de nada que tenha a ver com o povo”.
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A gandaia momesca de Zé Chirico, que viaja com o jatinho oficial do governo paulista, prosseguirá em outras passarelas brasileiras. Enquanto isso, no Jardim Romano e no Jardim Pantanal, em São Paulo, os foliões preparam suas fantasias de lama e esgoto para o desfile aquático de logo mais, assim que cair a próxima chuva.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

ENFIM, GRUPO RBS TOMA MULTA POR EMISSÃO DE ESGOTO

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De acordo com informação divulgada pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul, a corporação mafiomidiática gaúcha RBS foi multada em R$ 20 mil por lançar esgotos cloacais ao léu, emporcalhando as ruas e provocando sérios danos ambientais. A Promotora de Justiça que cuida do caso, no entanto, reverteu a pena pecuniária em uma campanha publicitária de caráter "educativo", a ser veiculada em algumas emissoras de rádio do conglomerado. A notícia completa pode ser lida aqui.
. Com relação ao esgoto que jorra aos borbotões através dos tabloides e dos programas noticiosos televisivos e radiofônicos da Famiglia Sirotsky, nada de alvíssaras.

NOBLAT DISPUTA COM ARRUDA TOPO DO PÓDIO DA BANDIDAGEM

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O tocador-de-jazz, blogueiro-barrigueiro e jornalista-pilantra Ricardo Delgado Noblat conseguiu, no ocaso desta quinta-feira, superar a si próprio na escala do mau-caratismo e da sem-vergonhice profissional. Nem bem José Roberto Arruda – amigo do peito de Noblat – instalara-se no catre de seu confortável xilindró, no Instituto Nacional de Criminalística, em Brasília, o helminto das Organizações Globo já corria para colar no Presidente Lula a pecha de acariciador de cabeças de gatunos. Nem mesmo a “retificação” da notícia divulgada no portal G1, feita às 18:40h, aplacou a sede de sangue de Noblat, que postou seu “comentário” meia hora mais tarde.
As imagens que capturamos (clique sobre elas para ampliá-las) falam por si.
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Em matéria de torpeza e indecência, Ricardo Noblat não tem rival à altura neste país. Pensando melhor, até tem. Mas esse, felizmente, já está em cana – pelo menos, até o Gilmar dar um jeitinho nisso.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

SERRA MANDA POLÍCIA SERVIR REFRESCO A MANIFESTANTES

Segundo o portal G1, do complexo mafiomidiático da Famiglia Marinho, houve um “confronto” entre moradores-anfíbios de bairros submersos paulistanos e a Gestapo Tucana. No entanto, tão logo foi informado de que estaria havendo um certo “acirramento da tensão” na porta de seu boneco Kassab, o governador Zé Chirico ordenou à tropa que fosse servido um saboroso Q-Suco aos revoltosos.