Sobre o que não é moral: "Sabe o que é imoral? Imoral é a fome, são nossos irmãos do nordeste morrendo de fome. Imoral são tantos cada vez mais pobres e uns poucos cada vez mais ricos. Fazer amor não é imoral. É o pouco a que temos direito". (in "Solar das Taras Proibidas", Roberto Mauro, 1984)
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
JÁ NAS BANCAS
Sobre o que não é moral: "Sabe o que é imoral? Imoral é a fome, são nossos irmãos do nordeste morrendo de fome. Imoral são tantos cada vez mais pobres e uns poucos cada vez mais ricos. Fazer amor não é imoral. É o pouco a que temos direito". (in "Solar das Taras Proibidas", Roberto Mauro, 1984)
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quarta-feira, 26 de agosto de 2009
SUPOSTA ADVOGADA DE SUPOSTO JORNALISTA ALI KAMEL TENTA, SUPOSTAMENTE, CENSURAR CLOACA NEWS
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No lusco-fusco desta terça-feira, quando retornávamos da faina diária de revolver o lixão de nossa imprensa escrita, falada e televisada, eis que encontramos em nossa caixa postal esta ameaçadora correspondência, intitulada...
NOTIFICAÇÃO EXTRAJUDICIAL.
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Prezados,
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Na qualidade de procuradora do jornalista ALI KAMEL, diretor da Central Globo de Jornalismo, venho pela presente NOTIFICAR os senhores a respeito do que segue:
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Foi constatado que nesse blog há postagem datada de 16/08/2009, com o título “As taras proibidas de Ali Kamel”, disponível no endereço http://cloacanews.blogspot.com/2009/08/as-taras-proibidas-de-ali-kamel.html. Tal postagem faz alusão ao jornalista Ali Kamel como ator em um filme pornô, nos anos 80, disponibilizando trecho da obra retirada do site Youtube.
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Não restam dúvidas de que o notificante nunca exerceu atividade profissional diversa da carreira jornalística, razão pela qual o conteúdo da postagem é inverídico.
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Pelo exposto, sem prejuízo de quaisquer outras providências que possam ser levadas a efeito, venho pela presente notificá-los para que sejam tomadas as seguintes providências:
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a) que seja removido IMEDIATAMENTE o conteúdo acima citado desse site;
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b) que se abstenham de repetir o erro em quaisquer meios hoje disponíveis (impressos ou eletrônicos).
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Atenciosamente,
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Jxxxxxx Mxxxxxx
OAB/RJ nº 100.xxx
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Orientados pela nossa douta banca de jurisconsultos, respondemos à suposta causídica - com cópia para Deus e todo o mundo - o que segue.
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Prezada Jxxxxxx, suposta “procuradora do jornalista Ali Kamel”,
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Na qualidade de autor e editor responsável pelo blog denominado “Cloaca News”, doravante apenas “Cloaca”, valho-me da presente para, igualmente, NOTIFICAR a senhora – e seu cliente – a respeito da equivocidade abrigada em sua mensagem eletrônica enviada nesta terça-feira, 25 de agosto de 2009, às 19:04h, sob o espampanante título “Notificação extrajudicial”.
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Data venia, se é inegável que o Cloaca postou um artigo em 16/08/2009, com o título “As taras proibidas de Ali Kamel” (http://cloacanews.blogspot.com/2009/08/as-taras-proibidas-de-ali-kamel.html), há um clamoroso equívoco fático em sua afirmação peremptória de que “Tal postagem faz alusão ao jornalista Ali Kamel como ator em um filme pornô...etc”.
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Reproduzo abaixo, ipsis verbis, o texto publicado na referida postagem:
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Um tia ninfomaníaca e suas sobrinhas estão de luto por causa da morte de um cachorro. Diretor de famosa rede de TV e seu amigo pilantra fingem que são primos e vão consolá-las.
Entre os pontos altos da película, a magistral interpretação do galã no take "isso, gostosa!" e o momento em que ele, no afã de arrastar a moça pro matinho, discorre sobre a moralidade - "Sabe o que é imoral? Imoral é a fome, são nossos irmãos do nordeste morrendo de fome. Imoral são tantos cada vez mais pobres e uns poucos cada vez mais ricos. Fazer amor não é imoral. É o pouco a que temos direito".Produção de 1984, de Roberto Mauro, o mesmo diretor de "Eu compro essa Virgem" (1979) e "As Cangaceiras Eróticas" (1974).
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Como vê, trata-se da sinopse da obra cinematográfica “Solar das Taras Proibidas”, da lavra de conhecido diretor, prolífero em décadas passadas. Sua asserção de que aludimos a um “jornalista”, portanto, carece de lastro veraz. Tampouco procede que tenha sido utilizada a expressão “filme pornô” nesta ou em qualquer outra postagem do Cloaca, mesmo porque consideramos tal linguagem absolutamente inadequada.
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Da mesma forma, causa-nos estupefação seu argumento de que “Não restam dúvidas de que o notificante nunca exerceu atividade profissional diversa da carreira jornalística, razão pela qual o conteúdo da postagem é inverídico”. Não conheço o “notificante” que a senhora diz representar, portanto nada sei de sua vida atual ou pregressa. No caso de nossa postagem, objeto de sua extravagante interpelação, prestamos uma singela homenagem ao cinema brasileiro de tempos remotos, e o trecho exibido diretamente do website Youtube destaca a atuação de alguns jovens e talentosos atores, todos devidamente apresentados nos créditos iniciais da película “Solar das Taras Proibidas”. Não há, pois, qualquer conteúdo “inverídico” postado pelo Cloaca.
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Pelo exposto, e sem prejuízo de quaisquer outras providências que possam ser levadas a efeito, NOTIFICO-A, prezada Jxxxxxx, para que tome as seguintes providências:
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a) que se retrate, IMEDIATAMENTE, por este mesmo meio, por ter me imputado conduta que, efetivamente, não tive;
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b) que se abstenha de repetir o erro de tentar intimidar quem quer que seja, inda mais utilizando meio eletrônico, com o expediente da “notificação extrajudicial”.
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Atenciosamente,
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Cloaca News
http://cloacanews.blogspot.com/
terça-feira, 25 de agosto de 2009
TUCANO QUE SONEGOU HARAS NÃO É MANCHETE NO JORNAL DOS PATIFES
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No último dia 12 de julho, denunciamos aqui que, em 2002, quando se elegeu senador, o pernambucano Sérgio Guerra, presidente nacional do PSDB, não declarou ao Fisco ser o dono do badalado e milionário Haras Pedra Verde, no município de Limoeiro. A Declaração de Bens e Direitos do tucano relaciona a Fazenda Pedra Verde, onde o haras está instalado, como "terra nua". É mentira das grossas, provada com a exibição de documento da Receita Federal e com as várias reportagens publicadas na imprensa de Pernambuco sobre o empreendimento do senador loroteiro. Para a Folha de S.Paulo, gazeta mafiosa especializada em acobertar todas as canalhices de seus amigos gângsteres, isso não é notícia, nem nunca será. É que Elvira Lobato só tem uma, Limoeiro é muito distante de Rio Branco e o jatinho de Tasso Jereissati encontra-se em manutenção no hangar do Senado Federal.
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segunda-feira, 24 de agosto de 2009
SERRA SUPERFATUROU PAPEL HIGIÊNICO NA BOLÍVIA
Lançado em 1989, pela Editora Terceiro Mundo, o livro “O pilão da madrugada - Neiva Moreira, um depoimento a José Louzeiro” é, ainda hoje, um grande celeiro de curiosas revelações. Jornalista e ex-deputado federal, Neiva Moreira é um homem de muita história (veja aqui ou aqui).
Logo após o golpe militar de 1964, Moreira encontrou seu primeiro refúgio na Bolívia, onde viveu por um bom tempo. Desse período, narrado por Neiva no livro, destacamos o trecho abaixo, pinçado das páginas 208, 209 e 210.
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Quando, em 1964, cheguei exilado com o Kurt ao aeroporto de El Alto, recebi os cumprimentos de um assessor do presidente Estenssoro, que voltara ao poder (Siles estava então em seu 15º exílio) e o convite para que o visitasse em palácio.
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Kurt entre o "soroche" e o papel higiênico
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O Kurt complicou a nossa chegada. Ao descer do avião no aeroporto de El Alto, a mais de 4000 metros de altitude, caiu duro e passou quase dez dias na cama, hospitalizado. Pagara o seu tributo ao "soroche", ou o mal das alturas que eu próprio iria conhecer depois, nas andanças pela cordilheira.
Ficamos alguns dias num hotel e logo alugamos um apartamento, com José Maria Rabelo, Carlos Olavo da Cunha Pereira e José Serra. Rabelo e Olavo são jornalistas e políticos em Minas Gerais. Estavam, até então, dispersos em hotéis e pensões de La Paz. Marcelo Cerqueira, alojado numa pensão, estava frequentemente reunido ao nosso grupo.
Diretor do jornal político-humorístico Binômio e militante socialista, Rabelo deixara a direita mineira em apuros com seu jornalismo cáustico e documentado, que provocou não poucas complicações. Olavo, com um jornal em Governador Valadares, O Combate, teve corajosa atuação nas lutas camponesas do vale do rio Doce; José Serra havia sido presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) e continuava seus estudos de economia que o levaria, anos mais tarde, ao cargo de secretário do Planejamento de São Paulo e, posteriormente, deputado federal constituinte pelo PMDB paulista.
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E o alemão?
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Você não esquece o nosso Kurt. Era (e é) realmente uma figura. Ele se juntou ao nosso grupo no aluguel do apartamento da Avenida Arce, e com ele dividíamos a gestão da casa. Cada um de nós a administrava durante sete dias, e eu me recordo que a última semana anterior à dele tinha sido conduzida pelo Serra. O Kurt, germanicamente, quando foi receber a administração, fez a exigência de uma auditoria meticulosa. Ele queria informações de tudo. Uma das coisas que desejava saber é se tinha havido alguma disenteria na semana anterior. "Que eu saiba, não, respondeu o José Maria, Por que?". - Porque tem aqui 400 a 500 metros de papel higiênico, gasto que o sr. Serra não quer explicar.
O Serra ficou furioso e até hoje fica de mau humor quando se fala a respeito.
Kurt se aposentou do serviço secreto - não tão secreto -, ficou no Brasil e me visitou na revista, para lembrar os velhos tempos.
Em um desfile de carnaval do Rio, reencontrei Serra, que já estava no governo de São Paulo. Ficamos juntos, recordando o exílio boliviano. "Não consigo ainda desculpar esse alemão por causa do tal papel higiênico. Pensando que eu tivesse ficado com o papel. Era só o que faltava!", me disse. (...)
.Antes que você nos deixe um comentário iracundo, acusando-nos de patrocinar picuinhas contra o pobre Zé Chirico, saiba que o governo tucano de São Paulo anda fazendo, à sorrelfa, curio$as negociações com uma importante indústria gráfica mineira, embrulho que trataremos de desempacotar, detalhadamente, nos próximos dias.
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Com a colaboração do leitor Fernando C. M. Andrade, de Niterói - RJ
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sábado, 22 de agosto de 2009
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
APRECIE COM MODERAÇÃO
Para fazer seu pedido, clique aqui.
"Recomenda-se que seja servido com o cuidado indispensável para não turvar".
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quinta-feira, 20 de agosto de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
CRÔNICA DE UMA MUTRETA ANUNCIADA: SERRA USARÁ VERBA DA EDUCAÇÃO PARA MONTAR PALANQUE
Como já estamos carecas de demonstrar, o governador Zé Chirico e seu secretário-lobista Paulo Renato Souza não costumam dar ponto sem nó. A nova marotagem da dupla tucana, para o bem da educação pública de qualidade, é a inocente contratação de empresa para "Planejamento, Organização, Produção e Execução de Eventos".
Publicado no Diário Oficial paulista, em 14 de agosto, o "pregão presencial de tomada de preços", com seu respectivo Edital, sugere que os finórios não estão pensando pequeno. Pelo contrário. "Parece que desejam trazer os Rolling Stones, ou ressuscitar o Michael Jackson", especula o atento blog NaMaria News, desbaratador da treta. "A troco de qual bárbara hipótese o edital poderia prever a necessidade de palcos de pequeno, médio e grande porte com iluminação e som compatíveis, tendas piramidais, ambulâncias UTI e básicas, geradores, banheiros químicos, canhões de luz e de fumaça, máquinas de jogar papel picado, fotógrafos e videomakers profissionais etc.? Por que haveriam de querer brigadistas de incêndio, seguranças, motoristas, copeiros, garçons...? O troço, amigos, promete ser de arromba" - continua NaMaria.
De fato, nenhum detalhe dos comícios foi esquecido pelo documento. Prosegue o blog: "Não há necessidade de levar canetas, pastas, papel, já que tudo será graciosamente ofertado - juntamente com as camisetas coloridas e brancas, bonés, mochilas, pins, adesivos, cartazes, folders... Tudo será nitidamente visto, pois que usarão telões e projetores poderosos. Em se havendo reuniões privadas de cúpula ou grupos de trabalho, as aconchegantes salas anexas estarão à espera, guarnecidas com equipamentos de informática última geração, telefones e tudo mais. Caso venham convidados estrangeiros, José Serra e Paulo Renato Souza querem que todos os recados sejam compreendidos perfeitamente, portanto estarão lá tradutores/intérpretes do Inglês, Francês e Espanhol. O bom gosto imperará, já que até o enxoval de cada ocasião foi escolhido à altura dos padrões educacionais públicos paulistas.Tudo, absolutamente tudo, foi previsto para que os 30 eventos mensais (necessidade básica), sejam eles quais forem, obtenham um arraso de sucesso estrondoso – afinal, Educação de qualidade é isto mesmo, uma festa por dia".
Para conhecer a íntegra do copioso Pregão e saber o que mais está por trás desta singular contratação do governo tucano de São Paulo, vá ao NaMaria News.
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terça-feira, 18 de agosto de 2009
PERÍCIA ATESTA: ALI KAMEL É ALI KAMEL
Após horas de minuciosa análise, e utilizando equipamentos de última geração, uma junta de especialistas convocada por este Cloaca News chegou à seguinte conclusão: o pornoastro identificado como Ali Kamel nos créditos da obra cinematográfica "Solar das Taras Proibidas" é, verdadeiramente, esta pessoa.
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Desde domingo, a exibição de excerto de tal filme por este blog vem provocando candentes altercações entre os amantes da Sétima Arte - uns dizem que é ele, outros dizem que não pode ser. Tanta celeuma mobilizou o talentoso ator no sentido de sustar a exibição de "Solar" no circuito Youtube, providência que se mostrou inútil diante da nova versão - mais light - que continua a cativar o grande público. Aguarda-se para os próximos dias a revelação de outra película estrelada pelo jovem Ali Kamel, e que promete, desde já, transformar-se em cult.
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domingo, 16 de agosto de 2009
AS TARAS PROIBIDAS DE ALI KAMEL
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Um tia ninfomaníaca e suas sobrinhas estão de luto por causa da morte de um cachorro. Diretor de famosa rede de TV e seu amigo pilantra fingem que são primos e vão consolá-las.
Um tia ninfomaníaca e suas sobrinhas estão de luto por causa da morte de um cachorro. Diretor de famosa rede de TV e seu amigo pilantra fingem que são primos e vão consolá-las. Entre os pontos altos da película, a magistral interpretação do galã no take "isso, gostosa!" e o momento em que ele, no afã de arrastar a moça pro matinho, discorre sobre a moralidade - "Sabe o que é imoral? Imoral é a fome, são nossos irmãos do nordeste morrendo de fome. Imoral são tantos cada vez mais pobres e uns poucos cada vez mais ricos. Fazer amor não é imoral. É o pouco a que temos direito". Produção de 1984, de Roberto Mauro, o mesmo diretor de "Eu compro essa Virgem" (1979) e "As Cangaceiras Eróticas" (1974).
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DIRETO DO NINHO
Que conste dos autos: a jornalista Sonia Racy - "diferente, apimentada e politizada" - titular de afamada coluna de política e economia no jornal O Estado de S.Paulo e ex-Menina do Jô, é também uma das "instituidoras" da ilibada Fundação Mario Covas, "uma pessoa jurídica de direito privado, sem vínculo com partidos políticos e governos". Claro, claro! Esta lista com os colegas de "instituição" da bela e laboriosa mulher de imprensa não nos deixará imaginar o contrário.
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sábado, 15 de agosto de 2009
A HISTÓRIA QUE HERÓDOTO APAGOU
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Rebatizado no Budismo como Gento Ryotetsu, na condição de monge leigo, o paulistano Heródoto Barbeiro, de 63 anos, é o que podemos chamar de um homem hiperativo multimídia. Há 16 anos comandando o Jornal da CBN, emissora do Sistema Globo de Rádio, da qual é Gerente de Jornalismo, Barbeiro é também o apresentador do programa Roda Viva, na TV Cultura, canal tucano de São Paulo.
Formado em História, Direito e Jornalismo, Barbeiro já fez muita coisa na vida antes de se tornar famoso. Uma de que se orgulha é ter sido professor de madureza ginasial, em priscas eras, e de cursinho pré-vestibular. Curiosamente, seu nome original de batismo homenageia o grego homônimo, nascido em Halicarnasso, 484 anos antes de Cristo, considerado o "Pai da História".
Escritor, articulista em jornais, revistas e internet, conferencista e até ativista ambiental, a biografia de Heródoto Barbeiro na Wikipédia diz ainda que ele foi, "durante muitos anos, simpatizante do Partido dos Trabalhadores (PT)". Existe, porém, algo em seu laureado curriculum vitae que ele não costuma rememorar publicamente: sua ligação com o partido que deu sustentação política à ditadura militar instalada no Brasil, nos anos 60. Nas eleições de 1974, Heródoto Barbeiro, ostentando o número 143, foi candidato a deputado federal pela ARENA - Aliança Renovadora Nacional, fazendo dobradinha com seu ex-colega de cursinho Paulo Kobayashi, falecido em abril de 2005. Conhecido como Professor Koba, é ele quem aparece na foto abaixo, posando diante do outdoor da campanha eleitoral. "Faça seu professor deputado", ordenava o slogan da dupla.
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A informação - e a foto histórica que Barbeiro quer esquecer - podem ser encontradas no fascículo 11 da coleção "A ditadura militar no Brasil: a história em cima dos fatos", publicada pela revista Caros Amigos.
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sexta-feira, 14 de agosto de 2009
COLUNISTA PACÓVIA DE ZERO HORA PARTE PARA A IGNORÂNCIA
A jornalista Rosane de Oliveira, editora de Política do tablóide venal Zero Hora e titular da coluna Página 10 na mesma gazetinha, acaba de demonstrar que, além de contumaz fuxiqueira, é uma tremenda maria-cagona, já que não teve o destemor de dar nome ao boi. É o que podemos inferir após a digestão deste mefítico pitéu, servido aos leitores pela moça na edição de hoje daquele xexelento diário:
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Erudição
Cotado para alto cargo na CPI da Corrupção abusa de expressões como “seje” e “houveram denúncias”.
E não é do partido do presidente Lula.
Aliás, o petista José Dirceu ainda não consegue dizer “problema”.
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Sobre o caráter lambeta e babão desta senhora já tratamos em, pelo menos, sete ocasiões. De todo modo, não imaginávamos que ela fosse capaz de rolar tão desabaladamente a ladeira da baixaria e do desrespeito, como o fez hoje.
Se Rosane de Oliveira já tinha vários "problemas", acabou de arrumar mais um.
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quinta-feira, 13 de agosto de 2009
REPÓRTER PINGA-FOGO OMITE FILIAÇÃO TUCANA DE EX-SENADOR PISTOLEIRO
O jornalista, professor e conselheiro Heraldo Pereira, em colusão com o âncora do Jornal da Globo, William Waack, apresentou, ao vivo, na noite desta quarta-feira, uma retumbante reporcagem sobre a "descoberta" de mais 468 "atos secretos" no Senado. Tratados como "novos" em certa altura do texto, ficamos sabendo mais adiante tratar-se de algo ocorrido por volta de 10 anos atrás, quando o Senado era presidido pelo finado Antônio Carlos Magalhães, correligionário de Heráclito Fortes, entrevistado pelo Dr. Pereira na matéria - e a quem devemos essa "devassa" nas gavetas de "maldosos" e "perversos".
De tal lista, contendo nomeações nos gabinetes, na gráfica e no serviço de processamento de dados do Senado, a figura mais graúda - e destacada pelo repórter - é a do ex-senador paraibano Ronaldo Cunha Lima, que naquela época era o Primeiro Secretário e o responsável pela administração da Casa. Ronaldo nomeara, na moita, seu pimpolho homônimo, para fazer sabe-se lá o quê.
Nos quatro minutos do vídeo abaixo, você não saberá que Ronaldo Cunha Lima é aquele mesmo que, na noite do dia 5 de dezembro de 1993, adentrou em um restaurante de João Pessoa, sacou seu trabuco e desferiu dois balaços em Tarcísio Burity, ex-governador de Estado e seu desafeto político. E, data venia, você não ouvirá o jornalista-causídico dizer que Cunha-pai e Cunha-filho pertencem ao PSDB.
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quarta-feira, 12 de agosto de 2009
SERRA APANHA DE DILMA NO SUL
Pesquisa fresquinha do Instituto Vox Populi sobre a intenção de voto dos eleitores do Rio Grande do Sul - estado desgovernado pela ré tucana Yeda Crusius - apurou que 26% dos gaúchos preferem Dilma Rousseff na Presidência da República contra 25% que escolheriam Zé Chirico. Os dados completos da pesquisa estarão disponíveis ao público amanhã, quinta-feira, na edição de agosto da revista Voto.
Apesar de os números apresentarem um "empate técnico" na liderança, a realidade mostra que a "popularidade" do governador paulista encontra-se em processo de franca derrocada. Vale dizer que, no estado mais meridional do Brasil, Serra está levando fumo.
A pesquisa aponta ainda que Ciro Gomes tem 16% e Heloísa Helena tem 10% das preferências na sucessão presidencial. O Vox Populi também apurou as intenções de voto dos gaúchos para o governo estadual e para o Senado.
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terça-feira, 11 de agosto de 2009
TÃO BONITA!!! (mas não é flor que se cheire)
Das 1239 páginas da Ação Civil de Improbidade Administrativa que o MPF enviou na semana passada à Justiça Federal, apenas oito delas são suficientes para demonstrar o caráter e o estilo da quadrilha tucana que tomou de assalto o Rio Grande do Sul, bem como para evidenciar quem está no comando do esquema de vigarices. Trata-se do depoimento do ex-presidente do Detran gaúcho, Sérgio Luiz Buchmann, prestado à Procuradoria da República, de forma espontânea, no último dia 17 de julho. Sua leitura evocará fragrâncias peculiares - já vamos avisando.
Prenda, pois, a respiração e clique aqui para ler.
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segunda-feira, 10 de agosto de 2009
OPERAÇÃO RODIN NÃO DETÉM QUADRILHA BRUMOSA
No dia 15 de maio de 2008, o Ministério Público Federal entregou à juíza Simone Barbisan Fortes, da 3ª Vara da Justiça Federal, em Santa Maria, RS, esta fornida denúncia contra dezenas de salteadores do Detran gaúcho. Com 242 páginas, o libelo expôs, tintim por tintim, as falcatruas e os métodos dos larápios. Curioso é que a chamada "imprensa local", sempre ciosa do "interesse público", não deu qualquer atenção ao conteúdo da página 56, particularmente ao parágrafo que reproduzimos na imagem acima.
Mais instigante é que, por aqueles dias, o réu Francisco José de Oliveira Fraga, vulgo Chico Fraga, revelou em público que certo prócer do Grupo RBS viajara para a Feira de Hannover, na Alemanha, às custas de verbas do bando. E não é que, dias antes, o nosso amigo vendedor de salames e ametistas andava, faceiro, a exaltar a "inteligência superior" de outro réu - Lair Ferst?
É provável, ainda, que este excerto da página 56 explique o atual empenho do tablóide Zero Hora - e, particularmente, de sua melíflua colunista - em tentar desqualificar os Procuradores da República pela Ação de Improbidade recentemente encaminhada à Justiça Federal - hipótese que não pode ser assegurada, bem como não pode ser descartada.
Talvez, também, justifique o deprimente espetáculo levado ao ar pela TVE RS, esta semana, em que uma dócil matilha de conhecidos sabujos "entrevistou" Yeda Crusius , a ex-governadora em exercício.
O fato é que os pilantras estão todos soltos por aí. E, a julgar pelo que estampam os "jornais estaduais", a "opinião pública" não "desanuviou".
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domingo, 9 de agosto de 2009
A CARTA-DESABAFO DA TUCANA ESCAFANDRISTA
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Recordar é viver.
No último dia 16 de fevereiro, um lindo domingo de sol, a ex-governadora em exercício Yeda Crusius, supostamente em pleno gozo de suas faculdades cognitivas, resolveu escrever uma singela missiva "pessoal" ao seu muy amigo Paulo Sant’Ana, colunista do tablóide Zero Hora. No dia seguinte, querendo dar a entender que agia à revelia da remetente, o cronista desalmado publicou-a integralmente na gazetinha..
“Querido Paulo Sant’Ana. Bom dia!
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E que lindo dia, o primeiro sem horário de verão deste ano.
Amo o horário de verão, o dia mais longo, a noite mais curta, o calor.
Amo tanta coisa...
Acordei com a garganta meio ‘pegada’, o corpo me indicando que ainda não consegui ‘pegar leve’.
Esta será uma mensagem para eu não adiar mais o que queria: te contar coisas escrevendo à mão, como é do meu tempo, o tempo do respeito, do selo na carta, do envelope chegando pelas mãos do carteiro, tão aguardado envelope, tão especial mensagem, tão pessoal ‘tua letra’, às vezes com um pingo de perfume lá em cima, na data, ou mesmo uma folha de alguma árvore ou flor da estação... Pessoal, como é esta mensagem, entenda.
Não tenho conseguido esse tempo. Então não vou mais adiar.
Como você tem acompanhado, não me permitem esse tempo.
Quando me perguntam ‘como você aguenta’ respondo de dentro do coração. Pois quando tomei em 2005 a decisão de buscar governar o Rio Grande foi porque havia:
uma ideia
um projeto
um grupo de pessoas afinadas
um Estado
um povo
uma política
uma boa política no tempo das tão más políticas.
A ideia continua viva, muito viva. O grupo de pessoas desafinou, desmanchou, quem sabe pelo tamanho do empreendimento e a dedicação absolutamente total e integral que exigia o projeto. Como você tanto acompanha, o projeto tem cara sim, é bonito, coletivo, construtivo, respeitoso, doador. O Estado é o nosso, esse Rio Grande que não se definiu logo ao nascer, se platino, se brasileiro, diferente. O povo é esse povo que amo, meio caudilha que sou, e a quem pude somar filhos e netos, infelizmente esses que terão que ver os cartazes dantescos de sua vó pregados em cada tapume onde fiquem pessoas paradas esperando ônibus. Como tiveram que ver meus filhos nos tempos da faculdade porque a mãe decidiu ir para a tribuna fazer política como ‘uma ingênua tucana’ que queria fazer a política da igualdade (a da bandeira, a do gênero) em Porto Alegre. Nos cartazes pregados nas paredes internas da UFRGS estava a foto e ‘traidora do povo’. Eles, meus filhos, se foram em agosto de 1996, viver em outras terras sem essa cultura que crescia por aqui, e que tanto prejudicou o Rio Grande.
Eu fiquei. Por uma ideia. Por uma intensa necessidade de comunicação, pela vida como ela é para cada um, por fazer política, que é bom fazer quando se tem ética, responsabilidade, sem medo da mudança, de estar à frente do batalhão, porque confio em cada dia, e vivo sem ficar na janela vendo a banda passar esperando a sorte, esperando a morte... como diz a música.No giro pelo Brasil duas coisas me deixaram feliz: primeiro com o orgulho dos outros brasileiros porque o Rio Grande saiu das manchetes nacionais negativas, e a governadora, que eles conhecem antes de ser governadora, estar sorrindo, mostrando que o Estado já paga suas contas em dia, que deu a virada na situação que contradizia com o Rio Grande histórico e presente que eles conhecem. Segundo, porque a honestidade da Yeda que eles conhecem foi provada, olhado documento por documento, rastreado cheque por cheque, a casa é limpa!
Depois, uma dificuldade que se repete pois todos me perguntaram: por que tudo isso? Por que te batem tanto, ao ponto do massacre? Dificuldade para eu responder porque não é de meu feitio falar dos outros, mesmo que mereçam. Humanidade (a da bandeira) é coletiva mas também individual. Lembro-me da tua pergunta naquele Jornal do Almoço que, com tua sensibilidade, perguntavas o que era central: por que a senhora não fala deste ou daquele secretário? E eu te respondi: “São pessoas caídas, Paulo, pessoas caídas”. E quanta coisa já se fez, quanta vida já se viveu!
Só que até este momento, mesmo com o alucinante caráter deste nosso governo, vivi o que dois filmes retratam. A arte consegue dizer em duas horas o que uma vida inteira custou para criar. Sei que não temos tempo de ver filmes, tudo hoje na vida é VT, não filme, rápido, desmanchando no ar. Então te falo deles na esperança de que você os tenha visto quando passaram nos cinemas.O primeiro é A Letra Escarlate. A mulher de que trata o filme teve que desfilar com a marca ‘A’ de adúltera pela aldeia onde vivia, porque se casou de novo, pois havia ficado ‘viúva’ até o marido aparecer de novo da floresta, depois de praticar maldades inomináveis. Ela desfilou, chorou, perdeu, com a infinita paciência que tem a mulher para entender como o ‘homem’ da nossa civilização age quando se trata de posse, poder e sexo. Ao final, tudo se esclareceu. E ela não estava amarga, não havia feito nada que considerasse errado durante todo aquele período de provação, e viveram na mesma aldeia depois do pedido de desculpas público, da restauração, do líder da mesma.
Considero a coletiva do Dr. Mauro Renner quando provou a idoneidade da casa como o ‘The End’ do meu filme. Pude tirar o colar da Letra Escarlate. E continuar governando o Rio Grande, eleita que fui para honrar compromissos e fazer a roda virar para a frente. O povo sentiu-se aliviado, a sombra carregada da dúvida, para os que seguem a política, foi afastada. Brilhou o sol de novo, a alegria podia ser mostrada à luz do dia. Este o 2008, o ano que terminou com Déficit Zero e a honestidade provada da governadora.
O segundo filme é mais recente O Escafandro e a Borboleta. Raras vezes me permito chorar no cinema. Mas nesse filme o fiz por muitas vezes. Pois é ele que me referencia durante esse período de governo, desde a famigerada Operação Rodin aos 10 meses de governo e uma derrota inacreditável na Assembleia do projeto de restauração do Estado, por todas as razões que não interessa aqui descrever mas que tem a ver com a tua pergunta naquele Jornal do Almoço. Eu fiquei no escafandro. De certa forma, estarei nele até que possa ter o produto final por aquela terapeuta e seu método de escrever o livro ditado pelo único pedaço do homem no escafandro que se movia: o olho.
E quando estiver escrito, poderei voar como a borboleta.
Arrisco que muito não seja percebido desta longa mensagem, Paulo. Se os filmes foram vistos então sim, muito será entendido. Mas não desisto, não vou entregar prus ôme de jeito nenhum, amigo e cumpanhêro.
E para te dizer da minha admiração, da minha companhia através das tuas colunas (TV não vejo mais e rádio também não ouço, foi demais nesse período, um pouco de proteção criei), sempre, do meu amor pela vida que te inclui de modo afirmativo e de tanto tempo. Nunca dou de ombros. Só entenda o escafandro. Não me deram nenhuma folga até hoje. Esta é da decisão de escrever, é num lindo domingo, uma mensagem pessoal – entenda, não deve ser pública.
E para te presentear com o que não aconteceu, vou te remeter o Manifesto da Marca do Governo Yeda. Não é nem será público. Por isso, vai com selo. Creio que o Luciano do GAD é um dos que, como a fisioterapeuta do livro, entendeu. Mas por enquanto não há condições de mérito para eu dar esse upgrade nem ao meu governo nem ao Rio Grande que não quer ser sacudido a cada dia com uma ‘crise de governo’.
Algum dia mais adiante sim.
Abraço muito afetuoso
(ass.) Yeda Crusius, governadora do Estado”.
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sábado, 8 de agosto de 2009
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
VAMPIRO FAZ REI DO BAIÃO REVIRAR-SE NO TÚMULO EM EXU
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No último dia 18 de julho, quem esteve no show de Dominguinhos e seus Demotucanetes, no Vale do Anhangabaú, na capital paulista, testemunhou o inacreditável. O governador Zé Chirico, com seu irresistível carisma e sua contagiante malemolência, subiu ao palco e deu uma canja ao povo, numa antológica interpretação do "Baião Número 1", clássico do genial e saudoso compositor pernambucano Luís Gonzaga. Faltou pouco para o Viaduto do Chá desabar, como você verá no cineminha abaixo. Tudo isso saiu, com grande destaque, nos jornais e tevês da mídia sabuja. Já o que não saiu em lugar algum você poderá saber agora, clicando aqui.
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